As minhas desculpas

jornal_sol
Pedro Prostes da Fonseca

Já que estamos num campeonato de desculpas, também tenho as minhas a apresentar.
Peço desculpa por ter trabalhado num tabloide chamado Sol, onde a verdade era feita à medida das conveniências.
Peço desculpa por não ter tido a coragem de me ter demitido a tempo e horas desse tabloide – apesar de ter pedido para sair em duas ocasiões.
Peço desculpa por não ter tido a coragem de enfrentar ainda com mais garra o diretor do pasquim, o “arquiteto” José António Saraiva, um extraterrestre que não faz a menor ideia do que seja jornalismo.
Peço desculpa por não ter feito o mesmo com o seu adjunto, o jornalista José António Lima, jogador das sombras, que me deixou sozinho depois de ter feito uma manchete de um texto meu e contra a minha vontade, “obrigando-me” a ir a tribunal defender a minha honra – e claro que às minhas expensas.
Peço desculpa por todos os “jornalistas” que nunca deveriam exercer a profissão, porque nem percebem o que ela é – como se nota pela capa que a revista Sábado fez hoje.
Peço desculpa pelo risco de generalização – pois há “jornalistas” e jornalistas.
Peço desculpa por me abster de participar nos órgãos representativos da classe, por pura descrença e egoísmo.
Desculpas apresentadas, volto costas ao assunto incêndios – que já me fritou a moleirinha que chegue. O oportunismo de se venderem mais uns exemplares de jornais e revistas, à custa de manchar a imagem de terceiros de forma gratuita e cobarde, para mim nunca teve nem terá perdão.

As “meninas”. Certo…

Tresanda a publicidade encapotada de jornalismo. Com direito a link e tudo. No SOL do Saraiva.

É oficial: o semanário Sol mentiu ao país

sol

Passaram quase três meses desde que o semanário Sol publicou a capa que podem ver em cima. O jornal assegurava que Mário Centeno, Caldeira Cabral e Rocha Andrade estavam de saída do governo em Janeiro. Chegados a Fevereiro, os três governantes continuam em funções e, com a excepção da teoria da conspiração solar, nada indica que estejam em vias de ser chutados do executivo de António Costa, algo que, no caso de Rocha Andrade, se lamenta. [Read more…]

Os “factos alternativos” do semanário SOL

uma cuidadosa selecção da informação mais rigorosa que se produz neste país. A não perder.

Mais uma mentira descarada (e conjunta) do SOL e do I

SOLI.jpg

Ainda que se venham a retractar, este tipo de lixo jornalístico proliferará pela internet, transformando-se em verdade absoluta para uns quantos, os tais que condenam violentamente o Bloco por não aplaudir o monarca espanhol ao mesmo tempo que assobiam para o lado quando o PSD falta às comemorações da Restauração da Independência. Fica o comentário, objectivo e absolutamente claro, da Uma Página Numa Rede Social. Lembrem-se disto da próxima vez que os abutres vos bombardearem com o discurso imbecil da imprensa controlada pela esquerda. [Read more…]

Praia de Benagil sem Nadador Salvador

IMG_20160804_100633Rumo a sul, nos poucos dias de férias que me restam e procuro locais singulares que nos últimos tempos têm vencido prémios de “o melhor do mundo“. A Praia da Dona Ana é a melhor do mundo, a da Marinha vence no continente Europeu e outras vão conquistando cliques na web opinativa.

E, lá fui eu de chinelo flip-flop, toalha ao ombro a caminho da Praia de Benagil. Quem me acompanha assegura a minha capacidade em fazer justiça ao nome do calçado escolhido porque o som produzido pelos meus pés o imita na perfeição – flip, flop, flip, flop

O areal, pequeno, torna-se ainda menor quando queremos a segurança que nos afasta das arribas, mas o espaço é único. Quase perfeito. A água, molhada, na temperatura perfeita e a suavidade da areia no fundo do mar agrada a todos, até aos mais pequenos. Ou seja, o que a Natureza nos entregou em mãos está perfeito. [Read more…]

Lixo jornalístico

Doces

O ministro da Saúde quer acabar com a venda de doces e salgados nos hospitais. O Correio da Manhã chama-lhe cortes, que fica sempre melhor e tem aquele odor a austeridade que ajuda à propaganda. Mas o pior, oh heresia, é que o vilão como chocolates. Porque tem tudo a ver. Hoje os hospitais, amanhã o estalinismo absoluto contra a liberdade de escolha alimentar dos portugueses. O drama, o horror, a tragédia. Já imaginaram o sacrilégio que seria um ministro da Saúde fumador que ousasse implementar medidas antitabágicas mais apertadas? Portugal não aguentaria. [Read more…]