O Público chama a atenção para um “cantinho” da agenda noticiosa.
Vamos continuar a fazer de conta?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Longa-metragem sobre S. Francisco de Assis e uma das principais Ordens Mendicantes da Idade Média. Não legendado.
ficha IMdB
Da série Filmes para o 7.º ano de História
Tema 4 – Portugal no contexto europeu dos séculos XII a XIV
Unidade 4.2. – A cultura portuguesa face aos modelos europeus
Conjunto de episódios sobre Portugal na Idade Média, realizados para a Telescola. Apesar das insuficiências da narração (os alunos costumam adorar a apresentadora) e da realização, tem algum interesse para este tema final do programa do 7.º ano.
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 4 – Portugal no contexto europeu dos séculos XII a XIV
Unidade 4.1. – Desenvolvimento económico, relações sociais e poder político nos séculos XII a XIV.
José Mattoso, como muitos homens sérios, tem levado a vida a passar despercebido. Numa sociedade em que tudo se discute e em que todos discutem, é natural que haja demasiado ruído. Nesta entrevista, em contraste com esse mesmo ruído, é quase possível ouvir o timbre discreto da voz de um homem que sempre revelou uma enorme serenidade, o que não é incompatível com a clareza e a frontalidade.
Procurando não ser reaccionário, pratico um conservadorismo desconfiado, face a um mundo que ignora ou parece ignorar o valor da História como mestra da vida. Desde que, há uns anos, me apaixonei pela Idade Média, José Mattoso tornou-se uma referência fundamental. Hoje, e não só graças a esta entrevista, Mattoso é muito mais do que um medievalista; é um homem lúcido que reafirma o óbvio, como se pode confirmar nesta citação: “Os interesses corporativos viciam a democracia. O “governo do povo” não defende os direitos dos pobres e excluídos. Favorece quem já tem poder.”
Os seis vídeos hoje publicados analisam os piores trabalhos que se podiam desempenhar na Idade Média: tentem imaginar o mundo de odores que seria ajudar um cavaleiro a tirar a armadura após uma batalha ou poder ter o duvidoso privilégio de apanhar sanguessugas, esse simpáticos bichinhos usados para fins medicinais.
O apresentador é Tony Robinson, actor que desempenhou o papel de Baldrick na maravilhosa série Blackadder, em que brilhava ao lado de Rowan Atkinson, o célebre Mr. Bean. Esta viagem até aos tempos medievais alia dois ingredientes britânicos da melhor qualidade: o rigor e o humor. Vale a pena, mesmo sem legendas. Os cinco que faltam estão já a seguir ao corte.


Em ano dionisino, aqui fica uma leitura do texto mais conhecido do trovador que reinou entre 1279 e 1325.
-Ai flores, ai flores do verde pino,
se sabedes novas do meu amigo!
Ai Deus, e u é?
Ai, flores, ai flores do verde ramo,
se sabedes novas do meu amado!
Ai Deus, e u é?
Se sabedes novas do meu amigo,
aquel que mentiu do que pos comigo!
Ai Deus, e u é?
Se sabedes novas do meu amado
aquel que mentiu do que mi ha jurado!
Ai Deus, e u é?
-Vós me preguntades polo voss’amigo,
e eu ben vos digo que é san’e vivo.
Ai Deus, e u é?
Vós me preguntades polo voss’amado,
e eu ben vos digo que é viv’e sano.
Ai Deus, e u é?
E eu ben vos digo que é san’e vivo
e seerá vosc’ant’o prazo saído.
Ai Deus, e u é?
E eu ben vos digo que é viv’e sano
e seerá vosc’ant’o prazo passado.
Ai Deus, e u é?
[Read more…]
Capital é palavra com muitos significados. Das mais importantes acepções destaco duas, dois substantivos com géneros diferentes – o capital, acepção do foro da economia; a capital, na área da geopolítica. Dois famosos livros, entre muitos outros, celebram cada uma das acepções – «O Capital», de Karl Marx, e «A Capital», do nosso Eça. Como adjectivo tem também a sua importância – pena capital, por exemplo, para quem a ela tiver sido condenado, assume uma dimensão transcendente.
O significado de que, para já, me quero ocupar, é aquele sobre o qual Eça de Queirós dissertou num romance que viria, depois, a dar lugar à sua obra-prima «Os Maias». Isso mesmo, a capital de Portugal – Lisboa. No seu livro, Eça relata as vicissitudes de um provinciano numa capital, também ela provinciana. Porque naquela época final do século XIX, tal como agora, a capital era um espelho do País. Como se cada país tivesse a capital que merece.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Por esse motivo, Cristiano Ronaldo não jogou na *seleção. Despediu-se hoje da seleCção. Em português europeu. Efectivamente, ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
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