Pois é. A ambiguidade.
A ambiguidade #nowthatchersdead
08/04/2013 by Francisco Miguel Valada
Filed Under: curtas, política nacional, sociedade Tagged With: #nowthatchersdead, ambiguidade, Cher, hashtags, Thatcher, The Wall Street Journal, twitter
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Pois é. A ambiguidade.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
[…] Já sabemos que os fundamentalistas do contexto nunca prestam muita atenção aos títulos. Já discuti esse tema, a propósito do AO90 (lamento o aspecto, mas não tenho culpa). Recentemente, em fugaz ida a Portugal, no regresso de uma visita ao Castro de Vila Nova de São Pedro, entrei num café e o dono, depois de me entregar o troco, pediu a um cliente embasbacado, como ele, a olhar para o Cyrus ‘The Vyrus’ no televisor, que lhe desse o Correio da Manhã, “para ler ‘as gordas’”. Não recomendo. Lembrei-me imediatamente do Empson e de Ângelo Correia, que não dispensa a leitura dos jornais ao chegar de manhã ao escritório, contudo, «não os leio completamente, mas fico a conhecer pelo menos os títulos». A ambiguidade é, efectivamente, terrível. […]