Não ao novo acordo ortográfico


Não concordo com o acordo ortográfico. Os erros científicos são imensos e de tradução pouco objectiva, então em Biologia é flagrante. Além disso, no dicionário Brasileiro não vejo esforço nenhum de introdução de vocabulário Português.
Mais um aspecto: a preguiça intelectual em Portugal em traduzir textos ou o individualismo ou não sei bem qual o problema Nacional, mas os Brasileiros estão atentos a muitos peritos e autores de Ecologia e Ambientalismo internacionais e passam-nos a perna porque há sempre alguma entrevista, há sempre um texto, bastante actual, sobre esses autores, mas escritos em Português (Bras).
E isso, em termos de interrede (internet ) via Brasil já é cultural e saltam logo para o Google. Mea culpa portanto. Salvem-se os blogueiros e alguns jornalistas Portugueses que fazem um esforço extra-humano, de tradução, como é o meu caso, mas é incomparável ao elevado volume de traduções Brasileiras.

Texto integral do Acordo Ortográfico

OUTRAS OBJECÇÕES

Da indicação da hiperligação anterior do AO, descobri o blogue da Priberam e eles próprios apresentam um série de objecções deste acordo, tais como eu tenho, sobretudo quanto à escrita de palavras hifenizadas. Porque o texto é longo deixo aqui a crítica publicada por Cláudia Pinto

João Soares – Bioterra

Comments

  1. Luis Moreira says:

    Eu, verdade seja, não conheço em pormenor o acordo, mas uma coisa é certa, se queremos que a língua falada nos países Lusófanos se mantenha, por forma a enterdermo-nos, acordos periódicos são necessários…


  2. Poderei concordar com acordos periódicos no que respeita à forma de escrever, mas não aceito que esses acordos sejam impostos por uma forma de escrita em detrimento de outra.
    Neste acordo, quantas palavras mudam na forma de escrever o Português de Portugal, e quantas mudam na forma de escrever o Português do Brasil?

  3. Cristina Oliveira says:

    Concordo com o comentário que o sr. Magalhães aqui colocou. Eu pessoalmente não concordo com este acordo pois mesmo que a lingua deva ser mais dinâmica, porque temos de no adaptar ao POrtuguês do Brasil? E então, onde está o de Cabo Verde, de todos os outros PALOPS? Mais, como é que o POvo não foi ouvido?

  4. Monteiro says:

    Os intelectualmente avançados, ou com avançada falta de trabalho e assim o terem de mostrar algum, lembraram-se de um outro tipo de “colonialismo” – o linguístico ou seja a colonização do português pelo brasileiro (provavelmente pensaram tantos povos que cá habitaram e viveram e colonizaram, é mais um menos um). Pena que não se tenham lembrado, em primeiro lugar, de tornar a aprendizagem da minha língua mais fácil acabando com os chamados “casos especiais” de leitura e os valores atribuídos a algumas consoantes. Introdução do w,y,k é o “estrangeirismo” para combater o “francesismo” que nos atingiu? Apesar deste meu comentário ser “levezinho”, não levem a mal os intelectuais e desejo que tenha agradado a outros, pois no fundo é aquilo que penso.

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