História e estórias

Gosto muito dos romances de Vasco Pulido Valente. Nunca percebi muito bem porque insistem as editoras em catalogá-los de livros de História (uma ciência que tem como primeira premissa citarem-se sempre as fontes), mas o pessoal do marketing tem destas coisas.

Também sou leitor assíduo das colunas de humor que vai mantendo nos jornais.

Tudo isto a despropósito da piada de hoje no Público, que o Nuno Ramos de Almeida e o Ricardo Noronha já desmontaram.

As generalizações são perigosas, mas se a VPV acrescentarmos Rui Ramos e Maria Filomena Mónica, todos muito expeditos na arte de confundir opinião com ciência, e muito distraídos quanto às fontezinhas (Filomena Mónica um pouco menos, convenhamos), entenderão porque tenho pelos historiadores doutorados em Inglaterra a mesma consideração que terei por um doutorado em História no Burkina Faso.

Comments


  1. A LCI em 1975 tinha o mesmo peso social e politico do BE de hoje? Não me lembrava mesmo disso. Devia ter andado pelo Burkina Faso.

    Ainda bem que há gente que se lembra…

  2. xico says:

    VPV, Rui Ramos e Maria Filomena Mónica devem estar preocupadíssimos com a consideração que tem pelo ensino de história no Burkina Faso!


  3. Dói? se for preciso explico mais devagar.

Trackbacks


  1. […] Porque ele não gostava (com razão) dos aqui, aqui, aqui e aqui com que me apeteceu (só para o irritar) ilustrar esta ‘curta’ e porque hoje […]

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