o que é educação

no dia do aniversário da nossa mãe, que me ensinara as primeiras letras…

A questão parece simples. Ou, melhor, a pergunta. No entanto, ela sempre foi complexa e heterogénea. Há vários tipos definições de educação. A mais directa é dizer que educação vem do latim 1 e significa o que está na nota de rodapé de esta página. No entanto, tem significado para discutir, como esse o de domesticar. Não tenho esquecido três definições fornecidas por mim, em vários textos meus. Um desses textos, é um livro meu que cito ao pé de página 2, livro no qual, após ter analisado com uma larga equipa mais de 40 crianças da aldeia de Vila Ruiva em Portugal, Concelho de Nelas, concluí que educar era formar cidadãos para os subordinar às formas e costumes de ser do nosso país. Aliás, para fazer de eles pessoas impingidas de saber social. [Read more…]

Esquerda, volver

Sócrates foi ao sótão, ou à cave, buscar Ferro Rodrigues, o último dirigente do PS que sabe dizer umas coisas de esquerda.

Em resposta Coelho tirou da cartola Fernando Nobre, que diz coisas de direita, de esquerda e quando não há vento diz coisas de lado nenhum.

Suponho que Freitas do Amaral regressará ao CDS (não é de esquerda, mas para lá foi gatinhando).

Porque será que está tudo à caça dos votos da esquerda, que tão maus resultados tem tido nas sondagens? Uma súbita viragem ideológica?

Ou será que as sondagens mentem, e tudo se resume a uma palavra: medo? Ou Islândia, o que vai dar ao mesmo.

 

Um homem de convicções…

Enquanto eleitor no Distrito de Lisboa, Pedro Passos Coelho acaba de me poupar alguma indecisão sobre em quem votar nas próximas legislativas, mais uma vez não votarei PSD. Mas permitam-me uma dúvida, nos próximos 2 anos estará Fernando Nobre mais identificado com as posições que serão tomadas em Bruxelas por Miguel Portas, Marisa Matias e Rui Tavares, ou passará a alinhar com Paulo Rangel, Carlos Coelho, Maria da Graça Carvalho e restantes eurodeputados do PSD? E sem querer maçar o estimado leitor com as minhas dúvidas, assim de repente tenho mais uma questão, se Fernando Nobre é o candidato do PPD/PSD a presidente da Assembleia da República, cargo cujo titular não é eleito pelos portugueses, mas pelo parlamento, sempre pelo partido mais votado, na hipótese, penso que remota, mas existe, do PS vencer as eleições, irá Fernando Nobre assumir o seu lugar de deputado na bancada parlamentar do PSD, representando os eleitores do círculo, que nele irão votar? Ou renunciará ao mandato?

 

 

Soares apoia Passos Coelho?

Mário Soares
Fernando Nobre foi o candidato de Soares contrar Alegre, certo?
Será que agora é o candidato de Soares contra Sócrates? Estou curioso.

 

Fernando Nobre lidera lista do PSD por Lisboa

Por esta, confesso, não contava. Era óbvio que Fernando Nobre não ficaria em casa, de pantufas, depois da votação que obteve na eleição presidencial. Também não estava à espera que criasse um ‘movimento cívico’ ao estilo de Manuel Alegre. Muito menos esperava que cingisse a sua actividade à AMI.

Mas, admito, não estava à espera que fosse escolhido para número 1 do PSD pelo círculo de Lisboa e, ainda menos, indicado para a presidência da Assembleia da República. Para mais depois de se ter falado de Manuela Ferreira Leite ou Marques Mendes como potenciais candidatos ao segundo posto do país.

A vida política dá mesmo muitas voltas.

Actualização: Pedro Passos Coelho conta, no seu Facebook, que fez o convite a Fernando Nobre em nome do “interesse nacional“.

No tempo em que o PS fazia congressos

e os animais falavam sem teleponto.

Deste tempo continua o Almeida Santos, o Tino à falta de quota para deputado fez-se à vida no mundo do espectáculo, e sobram os mesmos cerimoniantes.  Lembrando o saudoso Guterres: é a vida.

A sessão de pontapés no congresso do PS

Ouvia eu há pouco Maria Flor Pedroso na Antena 1 relatar o congresso do PS, eram 13h15, quando a ouço dizer (cintando de memória)

Houve uma agitação que atrasou a entrada de José Sócrates, que deu mesmo numa sessão de pontapés entre o fotógrafo pessoal de José Sócrates [Ricardo Oliveira] e um operador de câmara de televisão.

Pontapés?! E ontem, novamente envolvendo Ricardo Oliveira, mais um episódio digno de um Portugal sul-americano.  Ricardo Meireles, fotojornalista, escreveu o que se segue sobre a foto de capa da DN de ontem.

Esta capa do DN fica na história negra do Fotojornalismo em Portugal.
Depois de todos os fotógrafos terem sido impedidos de captar imagens do líder do PS a uma distância digna, o “jornal do regime” publica na capa uma fotografia de José Sócrates no final do seu discurso e feita pelo único fotógrafo autorizado a estar dentro do recinto. Ricardo Oliveira, fotógrafo oficial do GABINETE DO PRIMEIRO MINISTRO, pago pelo orçamento de estado (por nós) para fazer uma foto de propaganda, apesar de ali não estar nenhum governante num acto público.

Como se tal não fosse suficiente, a foto em causa vem assinada “Ricardo Oliveira/GMP” (gabinete do Primeiro-Ministro). Isto é propaganda paga com os nossos impostos.

Controlo de quem pode fotografar e filmar o querido líder, é este o reflexo do partido que nos cospe moralidade e altos valores na cara. Estamos falados.

via

Congresso do PS: um prémio para Sócrates

Os militantes socialistas presentes no congresso decidiram erguer uma estátua a José Sócrates. Por boa governação, supõe-se, já que o PS não é o PC chinês, presumindo-se com isto que cultiva a “ideologia” acima do “ideólogo”. A ser assim, estamos conversados, ou devíamos estar.

Aliás, segundo Ana Gomes (ai, Ana, ai, ai, que desilusão, a tal reserva do PS parece as reservas do futebol, são mauzinhos na tática e na técnica, aspiram, no máximo, a vestir o equipamento,  a sentar-se no banco e a fazer aquecimentos durante o intervalo)  unidade não é unanimismo. Pois não, vê-se e viu-se.

Enfim, à boa maneira dos tempos que correm, demasiados milhões por uma estátua para encher o olho. De barro, como seis anos de poder demonstraram.

Dicionário do futebolês – comentadores

Na minha juventude, ficava à espera das imagens da jornada no Domingo à noite e acabava saciado com os resumos de três minutos por jogo. Para o adolescente que ansiava por imagens de pontapé na bola, o mundo de hoje é um banquete pantagruélico que começa no Youtube e acaba na Sporttv.

Nesses tempos distantes, começou, a pouco e pouco, a insinuar-se a figura do comentador, que, para meu desespero, retardava o aparecimento do fundamental – as imagens dos jogos – com explicações para o resultado final, naquele tom de quem já sabia tudo antes de o jogo terminar. Já nesse tempo, o jogo começava a perder terreno para a conversa.

Com o aparecimento das televisões privadas, a televisão tornou-se cada vez pior, sempre pronta, até hoje, a explorar os sentimentos mais baixos e as pulsões mais rasteiras. Rapidamente foi inventado o conceito do programa sobre futebol, com comentadores ligados, normalmente, aos três grandes. Num mundo minimamente sério, a televisão poderia servir, também, para fazer um pouco de pedagogia. Na realidade, estes programas servem para levar a casa das pessoas as mesmas figuras tristes que qualquer um de nós é capaz de fazer num café, entre amigos e adversários, gritando grandes penalidades a nosso favor e chamando virilidade a agressões perpetradas pelos nossos.

[Read more…]

Sócrates canta balada no encerramento do congresso do PS

Canta, a sério, e encanta José Sócrates:

não dizer mentiras a primeira regra é não dizer mentiras deve haver regras o que o senhor disse foi uma mentira e depois faz-se de vítima

Ouçam, tem orquestra e tudo.

Desconhecia este projecto,  e projecto continuar a gostar. Bandex. Munta bom. Amanhã há mais.

O comício de todos os luxos

Bem vistas as coisas, toda aquela histeria, desperdício de dinheiro, demagogia desenfreada, onanismo colectivo e parvoíce de encarte, resume-se à figura que aqui deixamos.

It’s an injustice, it is!

Um pénis com 65 metros

Cá, para fazer o mesmo, com a mesma intenção, precisávamos de uma ponte com um tabuleiro muito maior.

Islândia, um povo com coragem

ia a dizer tomates, mas a Islândia nem tem clima para os criar:

o NÃO

ganhou.

Não a pagarmos as dívidas dos bancos. Não a sermos parvos. Sim a sermos cidadãos, no voto, na rua, e a mandar a crise financeira deles para a puta que a pariu.

Sim, apetece-me dizer sou islandês. Não, quero ser português: com tomates. Como de resto as portuguesas sabem ter, no sítio. Vamos a isso.

 

Manipulação sem igual:

O ainda Primeiro-ministro é um homem perigoso senhor de uma máquina de manipulação comunicacional como nunca se viu em Portugal. Ele utiliza a mesma filosofia dos ajudantes de Bush e isso foi bem visível no momento “Ó Luís, fico melhor assim, ou assim?”, não percebendo que estava a transformar uma tragédia numa comédia.

Ler o resto AQUI.

%d bloggers like this: