Diogo Leite Campos a mamar do estado

O ex-professor catedrático da Universidade de Coimbra vai auferir uma pensão de 3240,93 euros, valor que soma à reforma que já recebe do Banco de Portugal, de onde se aposentou como administrador em Fevereiro de 2000. O fiscalista exerceu aquele cargo entre os anos de 1994 e 2000. CM

Mesmo reformado Leite Campos é sócio da Leite de Campos, Soutelinho & Associados – Sociedade de Advogados, RL, que em 2010 facturou à conta do estado pelo menos 17000€ em pareceres. Recentemente abandonou a PLMJ:  “Quase a atingir os 65 anos, Diogo Leite de Campos tem que reformar-se e deixar de prestar serviços para a sociedade”, explicava o DE.

Comments

  1. Anónimo says:

    Sr. José Cardoso,
    Quando o maior partido da oposição apresentou uma proposta, pensão máxima do estado de 2500 euros (tecto máximo), veio logo o governo criticar esta proposta dizendo que o maior partido da oposição queria privatizar a segurança social. Se uma pessoa descontou por duas profissões diferentes, segundo a legislação vigente, tem direito a essas pensões quando se reforma. O que dizer de centenas de milhares de pessoas ou mesmo milhões nunca terem descontado e receberem pensões? Com isto não quer dizer que certas pensões não sejam escandalosas, para a situação que o País atravessa e que não haja uma camada da população que tenha direito a uma pensão mesmo não tendo descontado. O que dizer de muitas pessoas (centenas de milhares, senão mesmo milhões) que fugiram aos descontos e que podiam descontar e agora têm direito a uma reforma mínima? ”Quase a atingir os 65 anos, Diogo Leite de Campos tem que reformar-se e deixar de prestar serviços para a sociedade”, como diz o texto tem de reformar-se e se aceitar vai auferir, ou seja ainda não auferiu. Sabe-se que se o seu partido ganhar, não poderá receber mais de 2500 euros (igual a Espanha de Zapatero).


    • Sr. Alex
      Você acha que meia-dúzia de anos no Banco de Portugal legitimamente dão direito a uma reforma. Eu acho que não. E não quero saber dos descontos para nada: um cidadão, uma reforma, de acordo com os descontos que fez ao longo da vida.
      Quanto à promessa de plafonar as reformas não passa de um truque velho para as privatizar, dando lucros às seguradoras. Como a da CGD que agora querem privatizar.

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