A seleção portuguesa de futebol, esta de sub20 que acaba de suceder à primeira geração que vendeu bem, a dita d’oiro, demonstra como nem o nosso capitalismo de topo, o dos mercados de técnicos especializados no esférico rolando sobre a relva, confia no que produzimos. Vejam onde andam os jogadores no Maisfutebol e façam as contas.
Isto avisado do que vamos ouvir, mesmo que ganhemos a final, sobre um coletivo que não tem estrelas, rebibaunhau pardais ao ninho, e como me apetecia agora googlar para aqui todos os diagnósticos garantindo que não passávamos a fase de grupos.
Mais uma prova de que só com os trabalhadores e esquecendo as elites, ocupadas em mandar pelo menos 9 milhões de euros por dia para offshores, se pode vencer a crise.






O 560 significa necessariamente produção nacional. Infelizmente.
http://www.hipersuper.pt/2011/07/13/era-uma-vez-o-codigo-560/
Leia-se:
O 560 não significa necessariamente produção nacional.
Mas haverá uma forma de saber com segurança qual a origem do produto? “Made in…”
Existe lei que obrigue a identificar a proveniência do produto? É possível “vender gato por lebre” nestas situações?
São mesmo perguntas.