Entroncamento

Já hoje escrevi sobre comboios, inspirado no “nosso” Dario. Foi um momento “Aventar” para os lados do “Apache”.

Ao passar o Entroncamento lembrei-me dos preços dos manuais escolares, esse esbulho do reino do sem rei nem roque. O resultado do entroncamento entre os interesses privados das editoras e os desígnios dos técnicos do ME. Pode o governo ser PS, PSD ou de coligação que, nesta matéria, tudo fica na mesma.

São fenómenos tão singulares. Coisas do Entroncamento…

Comments


  1. Dessa Europa com que nos gostamos de comparar…
    Em França há já 30 anos, pelo menos, que existem regras amigas das famílias para os livros escolares.
    Nos casos que conheço, os livros duram (ou duravam) pelo menos quatro anos, eram adquiridos pelas escolas, encadernados e confiados a novos alunos todos os anos. Se o livro fosse danificado, haveria que o pagar.
    A Educação era assim (e é ainda, creio) assegurada pela Estado, a troco de impostos.

    Entre nós, a troco de impostos, temos auto-estradas grátis a pagar, submarinos, estádios inúteis, empresas descapitalizadas.

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