Curiosidades domésticas

Há uns tempos tomei conhecimento de umas curiosidades domésticas e vou partilha-las convosco, até para fugir à política, ao défice e ao cretino que estoirou 500 euros a cada português (crianças, desempregados, moinantes, trabalhadores e reformados incluídos) e que agora ainda levanta o espantalho da independência. Mas estou a desviar-me e se não tenho cuidado volto ao fastio.

A primeira das curiosidades é sobre silicone e champôs. Procure na embalagem do seu habitual champô e verifique se contém parabene ou dimethicone. Muitos contêm-no sem o referir e, por outro lado, alguns fazem questão de indicar “não contém parabenos”. Com este teste ficará a saber se estará no maioritário grupo das pessoas que procuram ter um cabelo mais bonito – nada contra – mas que por isso, vêm o seu coro cabeludo ganhar problemas por falta de respiração da pele e pelas alergias que a exposição continuada a estes produtos agressivos acaba por criar. E sendo estes produtos hidrosolúveis, há ainda a questão da desnecessária poluição. Por estes motivos, passei a usar apenas os que não contêm os tais parabenos.

O segundo tema é sobre amaciadores. Quem tiver reacções alérgicas devido aos restos de amaciadores que ficam na roupa ou simplesmente porque quer contribuir para menos poluição das águas e ainda poupar uns euros, em vez de usar amaciador pode usar vinagre da mesma forma e na mesma quantidade do amaciador. O mais barato, tipo Cristal, serve. A roupa fica áspera devido aos restos de detergente que não saem na enxaguagem e o vinagre resolve esse problema (o amaciador camufla-o).
Ao sair da máquina, a roupa ainda tem um ligeiro cheiro a vinagre mas na secagem perde-o completamente.

Pronto, aqui ficou o meu post na linha do (quase) “e agora algo completamente diferente”.

A Reforma da AP e a mentalidade:

Não existe outro caminho.

O nosso país vai ter mesmo de mudar se quiser continuar a existir. Uma mudança imperiosa e obrigatória. Na educação, na economia, no sector público e no sector privado. Estamos perante uma situação de excepção que exige medidas concretas, corajosas e nada populares.

Não sei, sinceramente e pondo de lado as questiúnculas partidárias, se os portugueses estão preparados ou mesmo conscientes da gravidade do momento. Não vou discutir se o modelo de desenvolvimento económico que a Europa, a Troika e os especialistas defendem, se é que defendem algum modelo, é o melhor ou não. Já nem sei se “isto” vai lá com mais impostos ou se não seria melhor procurar puxar pela economia diminuindo a carga fiscal. [Read more…]