Difícil de Digerir

O almoço caiu-me mal. O bacalhau gratinado estava jeitoso, mas a mistura de notícias ouvidas e vistas na TV, acompanhadas do Jornal de Notícias, deixou-me mal disposta.

121 mil euros é o que a FPF vai pagar pela estadia da Seleção no Hotel Remes (Opalenica, Polónia), ou seja, 8.120 euros por noite (a FPF já tinha o hotel reservado desde outubo de 2010- que organização!!) e a Fundação Champalimaud ofereceu hoje um almoço às estrelas. Há dias, os nossos jogadores «perderam» tempo a «provar» os fatos oficiais para o Euro 2012 desenhados pela estilista Fátima Lopes … tempo que teria sido muito útil se investido no treino para o jogo com a Turquia no passado sábado…

À mistura destas notícias, o outro lado da moeda portuguesa: a dívida pública irá atingir os 118% do PIB em 2013.

É difícil engolir tanto esbanjar de dinheiro quando o país está neste estado…

O dinheiro gasto com o Euro 2012, antes, durante e depois, sei lá, não podia ser canalizado para outro lado? (Fala uma leiga em futebol e assuntos da FPF…).

«Seleção Portuguesa de Futebol não participa no Euro 2012: Vitor Gaspar e a troika não permitem despesas supérfulas». Como eu gostava de ver isto!!

E para terminar… Vejo menos bandeiras de Portugal nas varandas, comparativamente a 2004. Por que será??

Uma seleção rica representando um país paupérrimo…

Comments

  1. Konigvs says:

    Há aqui dados contraditórios. O site do mesmo JN num artigo publicado em 4 de janeiro fala em 33mil euros/dia.
    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=2220445
    -Será que os polacos fizeram uma atençãozinha??? 😀

    De qualquer das formas creio que o dinheiro é pago pelos fundos próprios da FPF, instituição que creio que ainda nem tem estatuto de utilidade pública, desde que lhe foi retirado. Se tem não ouvi nada em contrário.


  2. Também eu gostaria muito de ver essa manchete nos jornais! Seria sinal de que se havia atingido alguma maturidade e que o bom senso estava ainda vivo!

    Mas a nossa realidade é outra: é a realidade em que o adepto bronco, o povo ignorante, joga, sem se dar conta, o jogo do político corrupto, do empresário sujo, que só a estes beneficia; é a realidade em que o corrupto e o sujo manobram o pacóvio, sobrevalorizando a seu bel-prazer e consoante a ocasião, conceitos como patriotismo, bandeira, país (que fazem estremecer o pacóvio de emoção, que lhe despertam instintos tribais e que lhe toldam ainda mais a razão!); é a realidade em que o simplório é levado a pensar que a felicidade e o prazer consistem em tretas como o futebol, o carro e o ipod, apenas para que disso se beneficiem o político corrupto e o vil empresário.

    Lamentavelmente, na nossa realidade, para além da total ausência de senso comum, obstinadamente persistem uma maioria cega e inculta e uma minoria astuta e abjecta!


  3. 8.120 euros por noite, por 50 quartos (são 56 ou 57), dá 162 euros por noite. Tomara eu, enquanto particular, conseguir preços desses.

    É a FPF quem está a pagar as contas. E basta à selecção empatar um jogo para estarem os custos todos pagos (o apuramento valeu 8 milhões de euros, cada empate vale cerca de 500 mil euros e cada vitória, cerca de 1 milhão de euros).

    • Zuruspa says:

      Se na Polónia näo consegue arranjar quarto de hotel a menos de 162€ devo-lhe dizer que é um grande bronco! Nem no Palace Hotel Metropole de Bruxelas se paga tanto!

      90€ paguei eu por um quarto em hotel polaco de 4*, com direito a usar o “spa” e a piscina de ondas! Comprado na hora, sem reserva alguma.

    • Zuruspa says:

      E pimba, Isabel! Pelos vistos, difícil é encontrar algum hotel mais caro que aquele onde a Selecçäo vai ficar! Mas há sempre quem tente justificar o injustificável!


  4. Peço imensa desculpa, não me apercebi que o link tinha essa extensão!

  5. Pisca says:

    O disparar feito grunho é o mais simples de fazer:

    “Cambada de chulos a comer o meu dinheiro”

    Mas se lessem com alguma atenção não fazia mal

    A Selecção só por lá estar já tem na conta 8 (oito) milhões de euros, chega para pagar o hotel ????

    E depois ainda há mais umas coisitas a ver:

    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=2550332

    Não foi pedido dinheiro ao orçamento de estado nem nenhum ministério, aliás é sabido que a Federação Portuguesa de Futebol, tem ganho muito dinheiro com as participações da Selecção nas diversas fases finais, mesmo depois das despesas pagas

    E não se sabe quanto recebe pelos diversos contratos de publicidade que também não devem ser baratinhos

    Portanto estejam descansados ninguém vai fazer um peditório para levar os rapazes ao Euro

    Se podiam ir com uma lancheira e umas latinhas de atum mais umas tendas daquelas baratas, claro que podiam e ficavam assim algumas alminhas descansadas

    Ser algo honesto nas apreciações não custava nada

  6. Sónia Gomes says:

    Concordo que é muito dinheiro pela estadia e talvez pudessem ter arranjado um hotel / centro de treinos mais barato como outras selecções fizeram.
    Quanto aos eventos mencionados discordo um pouco. Acho que é o marketing associado à nossa selecção. É que o Cristiano Ronaldo, para onde quer que vá, leva jornalistas e fotógrafos de todo o mundo atrás de si… Tudo serve para promover o país e mostrar além-fronteiras o que por vezes fica escondido por falta de notícias “decentes” nos jornais – em vez de noticiarem apenas e só a crise, era bom mencionarem os bons exemplos como a Fundação Campalimaud – considerada há pouco tempo como um dos locais de investigação melhores do Mundo!
    Só espero que aconteça à selecção o que por vezes acontece no mundo da música – o ensaio geral corre mal, mas o concerto corre fabulosamente bem! Espero que os jogadores se concentrem e que “joguem mesmo à bola”, com garra e vontade de ganhar!


  7. Caro Pisca, ninguém disse que era o estado que iria pagar. O problema aqui é o princípio, a atitude, a mentalidade, a falta de senso comum, e não quem paga quanto!

    Esse princípio, essa mentalidade, é a prova de que quem paga, ou dá, ou subsidia, ou patrocina, está a milhas de distância de ser humano, sensato ou solidário! É a forma como se usa o dinheiro que está em causa, quando temos os nossos semelhantes, próximos ou distantes, à míngua, vendo-lhes ser vedadas as mais fundamentais necessidades! Esta sim, é que é a verdadeira questão! Enquanto uns debilóides lançam urros e fazem mamarrachadas perante um joguito de bola, há outros, e possivelmente dotados de inteligência superior, em vias de sucumbir… Dever-se-ia pensar nisto em vez de pensar se as bolas entram ou não nas balizas!

    Com estas atitudes, dir-se-ia que o Homem continua ainda na sua primeira infância e não vê, ou não quer ver, a crueldade dos seus actos. Neste caso preciso, a crueldade das suas brincadeiras!

    • Pisca says:

      Se calhar era preferível irem embebedar-se que nem cães e rebolar-se aos urros nos rock in rio e afins, pagando uma pipa de massa a vedetas em fim de carreira, com os basbaques todos a bater palminhas e outros com os olhos fora das orbitras, em nome da cultura da Medina Brasuca

      A reacção das pessoas perante o futebol é o que é, nada feito, e o mesmo é uma industria de audio-visual e Portugal tem alguns dos mais mediáticos, portanto que cobre por isso mesmo


      • Também não, caro Pisca, também não! São semelhantes em essência as duas coisas, e só servem um fim: alienação de massas!

        • Pisca says:

          Sobre alienação há muito mais e algumas que enfim,,,,,,, muito mais perigosas

          No fundo há que partir de um principio básico que se usa na musica:

          – Não há dinheiro não há palhaços !!!

  8. Pisca says:

    Se fosse o Baia, desculpe o Bahia, estava tudo bem

  9. Konigvs says:

    Como é interessante de analisar as reações das pessoas. Comenta-se sobre a seleção portuguesa que ganha o Euro, o Euro das despesas e há sempre alguém a vir apoiar a ideia!! E depois ainda chamam os outros – os que acham uma vergonha como eu – de grunhos e broncos. Geralmente é assim, quando nos faltam os argumentos, parte-se para o insulto.

  10. Pisca says:

    Os argumentos estão mais que apresentados e até agora ninguém os contestou, a reacção da “cambada de malandros” é uma tipica grunhice.

    Claro que se for o FCP ou outro “P” qualquer a pagar 15 milhões por um futebolista ou a receber 40 milhões por um que vende e ninguém sabe onde vai parar o dinheiro nada a dizer são apenas negócios de gente iluminada

    Depende quem o faz claro não é ?


  11. Podem deitar todos os apitos doirados abaixo mas pelos vistos não conseguem – mas o futebol não – o futebol é mais importante do que tantos querem fazer pressupor e usam os adjectvos mais cuéis e inúteis fazendo de seres superiores – o futebol não faz homens anormais porque já são – é de facto uma organização mundial mafiosa – mas movimenta muitas economias e alegrias – a quem não interessa este fenómeno que organize ÓPERA todos os sábados e até o pode fezer em campos de futebol – talvez puxe pelo grau cultural e espirtual das “massas” – e convide o Placido Domingo e a Caballé


  12. A selecção talvez pudesse ter arranjado um hotel mais barato. Talvez. Mas, como já outros disseram, a “operação Euro” dá lucro e o dinheiro não é, sequer, público. Repito: dá lucro e a FPF volta com mais dinheiro do que partiu para a própria qualificação.
    Este tipo de argumentos enferma de um tipo de populismo que não subscrevo. E lamento que a Isabel G (com quem concordo na maior parte das vezes) fale em “o adepto bronco, o povo ignorante” talvez por não gostar de futebol.
    O “o adepto bronco, o povo ignorante” é, neste caso, francês, holandês, inglês, dinamarquês, espanhol, alemão, italiano, croata, e etc., etc., etc., representando isto todos os países apurados e não apurados, já que não conheço países competidores sem adeptos nem apoio popular. Adepto bronco e ignorante inclui gente que gosta de futebol como políticos (bons e maus), artistas, criadores, intelectuais, professores universitários, juristas, historiadores, filósofos e sei lá quantos portugueses cultos que gostam de futebol.
    Igualmente grave é a tendência para confundir diversão (ou divertimento) com alienação. Nascemos para ser sérios, macambúzios e preocupados. Ter prazer sobre a terra, no tempo que nos é dado viver, é proibido. Não subscrevo e, helás, divirto-me o mais e melhor que posso. Chama-se prazer de viver e ninguém mo tira. Chamem-me alienado, dá-me vontade de rir.

    • Zuruspa says:

      Se usarem esse trsite argumento de “a “operação Euro” dá lucro” entäo também também têm de perceber que num hotel mais barato (i.e., menos custos), o lucro seria ainda maior. Na ânsia de justificar o injustificável tropeçam na própria (falta de) lógica.
      Só falta dizer que foram obrigados a ficar naquele hotel!!!


      • Nada disso, Zuruspa, eu só escrevi o que escrevi e começo assim:
        A selecção talvez pudesse ter arranjado um hotel mais barato. Talvez.

        Mas daí a relacionar o preço do hotel e a dívida pública (quando, por acaso, o tal lucro da FPF até se deve em grande medida a dinheiro que “entra” em Portugal), a misturar fatos da Fátima Lopes e o jogo com a Turquia, a chamar a uma operação lucrativa (repito: operação lucrativa) despesa supérfula, a defender que a participação devia ser proibida por ministros e Troikas, a ler comentários que chamam pouco mais do que indigentes aos que gostam do futebol (e toda uma galeria de adjectivos paternalistas), parece-me manifestamente exagerado e, pior, demagogo. É a minha opinião, sem a mínima intenção de ofensa.


    • Caro A. Pedro, lamento dizer-lhe, com todo o respeito, que está enganado, em vários pontos, na interpretação das minhas palavras. Ora vejamos:

      – eu gosto de jogos, incluindo os de futebol, quando os jogos são jogos e não passam disso mesmo; jogos são entretenimentos salutares e proporcionam momentos muito agradáveis; mas, a partir do momento em que são transformados em competição (geradores de conflito, portanto) e em meio para alcançar poder financeiro, os jogos passam a ser, apenas e simplesmente, veículos de alienação e corrupção em que vale tudo, incluindo a manipulação do organismo dos jogadores por drogas lícitas ou ilícitas para uma melhor performance;

      – em segundo lugar, quando falo do adepto bronco não me refiro única e exclusivamente ao adepto português (eu não tenho nacionalidade e por tal falo sempre em termos da humanidade em geral); adeptos e broncos e ignorantes há-os, infelizmente, em todo o mundo;

      – em terceiro lugar, ponho sérias dúvidas em que todos os “políticos (bons e maus), artistas, criadores, intelectuais, professores universitários, juristas, historiadores, filósofos e sei lá quantos portugueses cultos” que enunciou sejam verdadeiramente cultos; há uma diferença abismal entre cultura e sabedoria, entre informação e saber, e uma pessoa extremamente bem informada e tida como culta pode ser, e na maior parte das vezes é, bastante ignorante;

      – e por fim, não, caro A. Pedro, não nascemos para ser “sérios, macambúzios e preocupados” mas lamentavelmente é assim que é a esmagadora maioria das pessoas: sérias com as coisas mais disparatadas porém disparatadas com as coisas mais sérias, macambúzias quando não têm festarolas ocas ou outras actividades distractivas de lavagem ao cérebro, e preocupadas com, maioritariamente, tudo aquilo que não lhes diz respeito, esquecendo-se do fundamental: preocuparem-se consigo mesmas e sobretudo conhecerem-se a si próprias! Só assim, conhecendo-se a si próprias, poderão desfrutar verdadeiramente do imenso e espantoso prazer que é viver!

      Todas as coisas podem ser vistas de duas maneiras: superficialmente, ou seja, como comummente aceites sem terem sido jamais questionadas, e/ou profundamente, ou seja, ponderadas a partir da sua essência primeira. Eu prefiro reflectir por mim própria, tirar as minhas próprias conclusões, a deixar-me enredar em estranhos emaranhados e servir inconscientemente amos déspotas e manipuladores! Prefiro ser chamada louca a enveredar, olhos vendados e mente cristalizada, na trilha cartesiana e pré-determinada por onde se passeia o “rebanho”.


      • Isabel, deixe que lhe responda com o mesmo respeito:
        – Os jogos, na sua generalidade, envolvem sempre alguma componente competitiva, até os mais “inocentes” e infantis. Depois é uma questão de grau. No entanto, e desde que o mundo é mundo, o povo sempre elegeu heróis nascidos da competição “desportiva” e das “artes de guerra”, tendo disso resultado ao longo dos tempos conflitos entre “adeptos” e poder (financeiro ou não) para os vencedores. Hoje, se quisermos entendê-lo assim, pratica-se uma extensão das mesmas adaptadas aos gostos actuais e potenciadas pelas virtualidades da comunicação massificada.
        – A questão nacional é para aqui chamada porque se trata de uma competição entre representações de países. Quanto ao resto, de acordo.
        – Ainda que possa concordar consigo na distinção entre cultura e informação há, pelo menos, uma omissão ou vontade de exclusão: entendidas literalmente, as suas palavras pressupõem que não haverá um único culto -apenas gente com alguma sabedoria – a gostar de futebol. Parece-me forçada como generalização e carecedora de prova.
        – O mesmo se aplica ao conceito de diversão. Além disso a diversão identitária (no meio da “turba”) tem virtualidades que ultrapassam, de longe, a mera alienação oca e de lavagem cerebral. Sentir-se pessoa no meio das pessoas, celebrar no meio da celebração, sentir-se parte de um todo apesar das suas diferenças é, também, forma de conhecimento de si próprio.
        -Questionar? Sou completamente a favor. Mas tudo, até o questionamento dos outros e o meu próprio. E até questionar se é preciso que tudo seja necessariamente profundo. Algumas coisas são boas por serem superficiais.


        • Continuando esta nossa “esgrima” (sim, porque é muito agradável “esgrimir” com quem sabe fazê-lo com sensatez e educação! 🙂 ), e apesar de, ao nível da sua perspectiva, lhe dar razão em alguns aspectos, deixe-me porém rebater alguns pontos:

          – no que se refere à competição, e é como diz uma questão de grau, para mim tudo o que ultrapasse o competir saudável, inócuo, momentâneo e totalmente isento de conflito (por muito pequeno que seja) e de efeitos colaterais, é prejudicial e danoso nos mais diversos aspectos (que não interessa aqui discutir agora); infelizmente, não é o que se passa na realidade, e a competição é usada sub-repticiamente como arma e camuflada sob o véu de uma qualidade a desenvolver; tal como a ambição, que pese o potencial de conflito que encerra, passou a ser encarada como uma virtude e é estimulada, junto com a competição, nas crianças a partir de tenra idade. Quanto às “artes da guerra”, nem a guerra é uma arte, nem a arte (a verdadeira) roça a guerra nem sequer ao de leve! Creio que desde que o mundo é mundo conforme diz, já deveríamos ter aprendido a não cometer os mesmos erros do passado!

          – quanto à cultura e à sabedoria, a minha perspectiva é exactamente a contrária: existem, sim, pessoas muito cultas que adoram futebol, mas para mim ser culto não é ser sábio; para mim, uma pessoa culta é uma pessoa que absorveu informação, que privilegiou o intelecto, mas não é forçosamente sábia; conheço eruditos que são ignorantes e burros que até dói, e conheço iletrados que possuem ampla sabedoria e uma inteligência invejável! Atingir a sabedoria é um dos objectivos do Homem, mas poucos são os que a atingem e menos ainda pela via da cultura!

          – Finalmente, o relacionamento e a interacção com os outros é, com toda a certeza, uma valiosa forma de nos conhecermos a nós mesmos! Mas as massas, quer em celebração, quer em protesto, quer em veneração, etc., são apenas a manifestação de um comportamento que depressa perde a sua identidade original e se transforma num comportamento amorfo, fraco e influenciável que pode ser, e é, utilizado como meio de manipulação.

          E termino, insistindo na necessidade imperiosa de se olhar para as coisas para além da sua mera e finita aparência!

          Mesmo que o caro Pedro dê por terminada esta troca de argumentos (coisa que compreendo muito bem! 😉 ), fico-lhe grata pelo estimulante ´”diálogo” que me proporcionou!


          • Foi um prazer, Isabel. Mas há um momento para embainhar os florins e saborear o pós-esgrima (em volta de refresco) sabendo que teremos oportunidade para voltar a jogar :).
            E quanto a isto:
            “e a competição é usada sub-repticiamente como arma e camuflada sob o véu de uma qualidade a desenvolver; tal como a ambição, que pese o potencial de conflito que encerra, passou a ser encarada como uma virtude e é estimulada, junto com a competição, nas crianças a partir de tenra idade.”
            não posso estar mais de acordo. Não fora isso e diria -“touché”.


  13. Nem mais, Maria Celeste. Ou então, em nome de um mundo melhor, proíbam tudo o que dê alegrias às pessoas comuns…


  14. Caro Pedro, ergo a taça, em jeito de brinde, a um adversário inteligente e elegante! 🙂

    Até um próximo jogo!

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