no ensino em Portugal, muito bem explicado pelo Alexandre Homem Cristo.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
no ensino em Portugal, muito bem explicado pelo Alexandre Homem Cristo.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Excluindo qualquer conotação política que lhe queiram dar, a verdade é esta: as pessoas saem da universidade sem saber escrever português! Tenho vindo a comprová-la ao longo da minha carreira profissional.
Eu também comprovo isso, mas já era assim 30 anos atrás. Agora nota-se mais? pudera, há mais licenciados.
Pois, mas a questão pertinente aqui é: afinal, onde está a evolução no ensino da língua portuguesa? Sim, porque se a coisa tem sido assim nos últimos 30 anos, o máximo que posso testemunhar é uma total estagnação ou até mesmo uma ligeira involução.
Tal como o artigo explica está em que temos doutorados netos de analfabetos. O ensino evolui por gerações, menos do que isso é propaganda governamental.
Assim de repente não estou a ver o que tem a ver a fazenda com as calças… Quer dizer que se tivesse tido, por exemplo, uma avó analfabeta, eu não saberia escrever português?
Desculpe a minha ignorância, caro João José, mas não estou mesmo a compreender…
Quer dizer que em 30 anos Portugal deu um enorme salto em qualificações, vindo de um tempo de analfabetismo. E também quer dizer que por regra é muito mais difícil ensinar quem cresceu sem livros em casa e no ensino básico já tem mais habilitações do que os pais. Por isso o ensino só evolui por gerações.
Também quer dizer que nunca se leu e escreveu tanto, nem nunca fomos tão cultos.
Sim, obrigada, agora compreendi melhor; mas o facto é que a maior parte dos jovens de hoje, mesmo já com pais licenciados, continua a escrever muito mal o português!
Olá! Estás a ser simpática! 😆
Pois!!! 🙂
Mitos. Além de tudo o resto, perguntem a qualquer professor do básico e secundário se os seus alunos de hoje não são melhores do que aqueles que tivemos 20 anos atrás. Falo por experiência, embora tenha colegas que repetem o mesmo disparate que quando eram alunos os seus professores já repetiam.
Ó João José, não sei não! Quase diariamente me deparo com erros de ortografia (já para não falar de gramática) que me deixam os cabelos em pé, dados por pessoas formadas e de uma faixa etária que vai dos vinte e poucos aos quarenta e muitos!
Ainda bem que se depara com erros de ortografia, quer dizer que escrevem. 30 anos atrás deparava-se com analfabetos que assinavam documentos com uma impressão digital.
O importante é saber escrever, nem que seja mal… Andamos a dar demasiadamente importância a isto de “escrever bem”…
Com ‘c’, sem ‘c’, com um coração no ‘i’, sem um coração no ‘i’… O que realmente importa é que deixamos de ser os analfabetos das dedadas, e passamos a ser os analfabrutos das canetas!
Eu por mim, qualquer forma é igualmente engraçada!
E também, perguntar aos professores o que eles acham dos seus alunos, é prova de absolutamente nicles! 😉
Ora aí está! Voz, eu não me teria expressado melhor! 🙂
Conclui-se, portanto, que a educação no que ao ensino e aprendizagem da Língua Portuguesa se refere, evoluiu no sentido quantitativo, mas definitivamente não o fez no sentido qualitativo!
Quando os factos não chegam já percebi há muito tempo que nesta discussão, quando o umbigo geracional fala mais alto que o óbvio (só a quantidade gera a qualidade parece-me elementar), nada como recomendar a re-leitura do episódio do Velho do Restelo. E não se esqueçam de procurar os decassílabos, essa fundamental componente da escrita e da leitura que a tantos ajudou na precisão ortográfica (esqueçamos que o Camões a desconhecia) e no saber das gerações que tantos homens letrados e cientistas nos deixou, ao ponto de os milhares que hoje temos serem completamente irrelevantes,
É… Quando os factos não chegam, lá temos que recorrer aos Mitos… E andamos nisto!
É giro 😉
Mas não se apoquente…
Acho que estamos a discutir coisas diferentes. Não ponho em dúvida, de forma alguma, que a educação, o ensino, sofreram uma evolução. Aliás, é perfeitamente natural que assim seja. O que ponho em causa, sim, por simples e quotidiana constatação, é que, apesar de termos menos analfabetos, temos uma menor qualidade de escrita da língua!