APPLE desafia a União Europeia

“Em Roma… sê romano!”
No entanto, ainda que a APPLE pretendesse ser ROMENA, ia dar no mesmo.
Porque a Roménia faz parte da União Europeia e, no seu seio, a garantia legal das coisas móveis (Directiva 1999/44/CE, de 25 de Maio), o mínimo, o mínimo de garantia é de dois anos para as coisas móveis novas.
Pois a APPLE, na Europa, só concede aos seus produtos uma garantia de um ano, o que é manifestamente ilegal.
Claro que o consumidor tem de atacar, em caso de actuação da garantia, o fornecedor. Directa. Imediatamente. Pode fazê-lo, porém, perante o fabricante ou seu importador na União Europeia.
Mas há que denunciar os factos à União Europeia, já que a arrogância dos fabricantes de equipamentos APPLE é manifesta.
A União Europeia terá de tomar medidas, a outro nível, para que os consumidores não se prejudiquem. Esse terá de ser o caminho.

Comments


  1. Não há dúvida que há aqui um absurdo. Se o consumidor compra, está feliz, realizou-se como pessoa (humana, como se costuma dizer), porque carga de água é que a UE tem que se meter no assunto. O consumidor, se está a ser lesado, tem o poder do seu lado, que se chama (ou chamava, agora, são coisas mais eletrónicas) carteira: fecha a carteira, não consome e a empresa muda logo de estratégia. Não acredito que na Era da Inteligência – tudo é inteligente, lâmpadas inteligentes, malas inteligentes, pneus inteligentes – não exista o consumidor inteligente.


  2. Sei de quem comprou um I-Phone, e o tentou devolver ao fornecedor (Vodafone) 3 dias depois, sendo negada a devolução pois que “a Apple não aceita”.
    De mim, não tenciono comprar-lhes nada, nenhum dos aparelhos super-caros deles me cativa.

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