Um claro erro de casting. É certo que ninguém ouve os discursos no dia 10 de junho, mas este já é um vírus a massacrar os que o convidaram.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Um claro erro de casting. É certo que ninguém ouve os discursos no dia 10 de junho, mas este já é um vírus a massacrar os que o convidaram.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Não costumo ouvir os discursos de circunstância destas ocasiões, mas, por acaso, tinha o rádio ligado e as primeiras palavras de Sampaio da Nóvoa deram logo a indicação de que o seu discurso estava longe de ser de circunstância. Na verdade, foi uma verdadeira pedrada no charco da mediocridade governamental. Enfatizar o conhecimento e a ciência não será, de todo, ir ao encontro das ideias economicistas e miserabiiistas desse grande e inspirado estadista que é Passos Coelho. Deve ter ficado felicíssimo!
Eu também não costumo ouvir, porque me dá asco ouvir sempre o mesmo discurso de “conversa mole p’ra boi dormir”. Recebi um telefonema de um irmão para lhe prestar atenção. O discurso de Sampaio da Nóvoa, um homem com um currículo no domínio da Educação, que nenhum membro do governo detém, só pecou, no meu entender, por “puxar a brasa à sardinha” da Universidade, quando devia ser mencionada toda a educação. A leitura de excertos da obra do seu antepassado Alberto Sampaio e de outros contemporâneos mostra como, há décadas, andam alguns portugueses a detectar os nossos erros e quem manda a assobiar para o alto. Tenho pena, muita pena!
Ele falou das Universidades e da Educação em geral. Quando se refere a Universidade não se prende com a Unversidade de Lisboa, mas sim Universidade como instituição para todos!
Um discurso inteligente e honesto no meio de tanta bovinidade lusa presente no auditório e extra auditório.
Não sei se o PR terá entendido.
o 1º ministro mostrou que entendeu, ou não se sentisse na sua postura física um certo desconforto.
A. Nóvoa falou daquilo que melhor conhece – a importância do conhecimento e da qualificação dos povos.
Tivesse falado na vertente da saúde e teríamos o retrato perfeito.
Conhecimento/Educação e Saúde – duas realidades que estruturam uma sociedade moderna e civilizada ao serviço de todos.
Duas realidades que estão a ser desmanteladas, depois do esforço de melhoria feito nestes anos todos, depois do 25 de Abril.
(Como é possível, um resultado de uma biópsia que diagnostica tumor maligno ser conhecido passados 3 meses?)
Não sei que mal fiz ao cavaco porque devo ser um dos poucos portugueses que ainda não foi condecorado no 10 de Junho!
Ah ah ah
Já somos dois! Mas sou muito feliz assim! 🙂
Sim. Dá gosto e transmite ânimo ouvir discurso inteligente . Precisamos de muitos NÓVOAS ,são pessoas que não recorrem à retórica balofa e ao ouvi-lo vamos interiorizando que PORTUGAL tem futuro . Precisamos sim de Homens que saibam governar com visão e inteligência . Infelizmente somos mediocres nas soluções . Como disse Fernado Pessoa – é preciso cumprir Portugal !!!O futuro está aí e a tarefa á árdua . Já arregacei as mangas , fui tocado pela mensagem do Ilustre Professor . Obrigado professor Nóvoa pelo melhor discurso académico que até hoje ouvi .
jc