Herança Magna – o melhor do turismo em Gaia

Vila Nova de Gaia é um Concelho com uma enorme taxa de desemprego, onde os problemas sociais parecem ser proporcionais à qualidade da frente marítima – grandes!

Mas, para que não me acusem de só escrever sobre o lado mau da vida, abro hoje a porta a um Projeto que conheci ontem.

Ali, na zona histórica, junto ao cais de Gaia, na singular rua de Serpa Pinto, nasceu um conceito que junta o melhor de Gaia com a necessidade que todos sentem de mais emprego, de mais investimento, de mais saídas para  a situação atual do país.

Ontem à noite, Dia de S. Pedro, estive na abertura da Herança Magna, um evento que junta música tradicional, fado, teatro e… A  comida… uau… As pataniscas, o bacalhau e as tripas,…

Da parte dos vinhos não falo porque seria quase um pleonasmo – é uma casa na “casa” do melhor vinho do mundo!

É um “acontecimento para turista ver”, mas que é perfeito para qualquer tuginha, até pelo preço, condição bem importante nos dias que correm.

Fiquei surpreendido e por isso arrisquei escrever um post no Aventar, numa área que não é a minha. Já na noite de S. João tinha experimentado uma outra visão do fogo, muito bem instalado num barco no meio do Douro.

Também agora, o meu estatuto de turista local, dá-me a independência de sugerir que aproveitem esta oportunidade.

Comments

  1. Arnaldo Rodrigues says:

    Estou totalmente de acordo. Eu e a minha familia também tivemos oportunidade de estar na inauguração deste espaço deslumbrante, com pessoas sensacionais.
    Finalmente algo de diferente e de excelente qualidade. Um espaço muito bem decorado, com motivos alusivos a região em que esta inserido sem esquecer a abrangencia que é Portugal, com referencias ao que de melhor existe neste pais. Quem tiver oportunidade de frequentar o espaço vai ficar deliciado com o que lhe vai ser servido. A comida estava sublime. Todos os pratos muito bem confecionados, com o toque carateristico da região do Porto. Francesinhas e Tripas……só para vos deixar com agua na boca. Brindados com momentos musicais variados que permitem a todos os presentes desfrutar o que se faz, com valores humanos portugueses. por fim, mas não menos importante, um teatro. A peça sobre o Rei Ramiro demonstra como num espaço, que não se confina a um restaurante , mas sim a um espaço onde se recria uma historia da civilização portugues, mais uma vez interpretada ao mais alto nivel por jovens actores portugues.
    Parabens pelo arrojo e coragem, parabens pela aposta e que tenham o retorno desejado, com o exito e divulgação de Portugal, do Douro e do Porto.


  2. Todas estas apreciações poderiam de facto serem verdadeiras, não fosse o caso de estarmos perante uma direção corrupta, sem escrúpulos, enfim ditadora, onde os artistas, encarregados da animação, são tratados como gente de quinta categoria e, quando a incompetência da gestão do espaço, diga-se um ótimo espaço com um projeto que tinha tudo para dar certo, para ter sucesso, nunca o terá porque não sabe gerir os recursos humanos. É triste ter que contactar, num país livre, com a prepotência da chefia e com o oportunismo da situação em que o país se encontra para escravizar os seus empregados e obrigá-los a executar tarefas para as quais estes não foram contratados. Acrescento ainda a falta de profissionalismo do responsável da animação que quando um ator diz algo com o qual não concorda é visto de lado e tido como uma pessoa incómoda e “posto na rua”. Se isto não é ditadura “boa vai ela!”.
    Não é para isso que um jovem tira uma licenciatura em teatro com média de 16, se esforça por fazer o seu melhor e é coartado nas suas funções, muito bem desempenhadas, constatei eu, da última vez que estive nesse espaço, pela falta de visão e de profissionalismo de quem manda.
    Não vos auguro grande sucesso, se continuarem a seguir por essa via.
    Lamento! Tenho pena!
    Mas é destas pequenas grandes pessoas que o país precisa e são elas que mudarão esta maneira errada, mas tão frequente de fazer política em Portugal.

    • Paulo Manuel says:

      Olá Maria! Pena que não tenhas dito toda a verdade…!
      Ficava bem que o fizesses, pois sabes bem, melhor que ninguem, os teus erros. Poderia rebarter, não o farei. Todos temos erros, mas o principal é quando culpamos tudo e todos à nossa volta para “justificar” os nossos.
      Boa sorte, é que todos te desejamos.

  3. maria celeste ramos says:

    É o costume – os patos bravos têm outra noção de “qualidade” e de cultura – quanto à prepotência das “chefias” não me fale nisso pois que fico aos coices – não me lembro de ter tido uma chefia que soubesse chefiar – aliás, que soubesse o que quer que seja – as chefias são os entope tuto entre os que sabem fazer e ou fazem, e os que lá mais acima dão continuidade ou não e entopem, como habitualmente – são travões e muros de betão que inutilizam capacidades dos que que qurem fazer algo de honesto e coreccto pelo menos tecnicamente – são empregados da censura – tive esta situação sobretudo quando tive de ir à ONU NY e Genève, à perna mas não conseguir calar-me e mais tarde (pouco tempo) até vim a saber que tinha relefonado para Lisboa a “mandar-me regressar à base- a cabrona oi logo a seguir promovida a PROVEDORA lugar que inventou e conseguiu, par ela – até me apetece dizer o nome da senhora que por acso nem era muito sábia – meu irmão na altura ainda viva me avisou – irmã cuidado com essa “teresa” – mas eu não tive cuidado e disse nos lugares onde me mandaram o que quiz embora tenha feito tudo para o impedir – mas levantei o “pauzinho” a dizer Portugal e falei e disse o que me veio à cabeça – cabrona

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