Obrigam o monstro das bolachas a comer vegetais! – Para que servem os pais?

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Obrigam o monstro das bolachas a comer vegetais! – Para que servem os pais?

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Onze inicial do Benfica no jogo de apresentação da época 1982/83, numa vitória por 4-2 frente ao Ferencvaros. Em cima, da esquerda para a direita: Nené, Filipovic, Humberto Coelho, António Bastos Lopes, Shéu e Bento. Em baixo: Veloso, Chalana, Carlos Manuel, Alves e Pietra.

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Os partidários da polícia alimentar abundam. Faz parte de uma certa maneira de ver a sociedade em que o estado deve tomar conta de todos. Eu prefiro que seja eu mesmo a tomar conta de mim. Mas nada tenho contra os que prefiram ser conduzidos. Apenas discordo quando eles acham que eu tenha que fazer como eles. Por isso, prefiro um estado que procura sensibilizar para a necessidade de mudar por oposição a um estado que decide e impõe. Decidir e impor foi o que se fez com o sal no pão, por exemplo.
Como dizes, também discordo de um estado que procura se substituir ao papel que a família deve ter. São atitudes assim que um dia poderiam levar ao Admirável Mundo Novo de Huxley. Mesmo sem Paraíso, prefiro o livre arbítrio.
Estamos de acordo nesta questão.