Férias: contagem decrescente

Quem trabalha tem direito a descansar. E este ano, parece-me, todos trabalhámos muito mais, sem, contudo, recebermos na proporção certa. Mas enfim… Adiante.

As férias não são um luxo, nem um escape. São uma necessidade.

Com tanta austeridade, só faltava agora tirarem-nos os poucos dias de férias que nos cabem por direito e mérito! Qualquer dia nem férias temos…

As férias são «sagradinhas» e há até um certo stress em querer que elas sejam perfeitas. Os dias de gozo são tão poucos. Há que aproveitá-los da melhor forma.

Procuramos fazer um corte radical com o trabalho e com a rotina. Deixamos tudo pronto antes de partirmos. Este «partir» não significa, porém, e cada vez mais, ir para longe. Mas, de facto, uma certa distância de casa faz toda a diferença.

As férias aproximam-se para a maioria dos portugueses. Há pequenas coisas que nos falam desse tempo maravilhoso que todos aguardamos. Estou a lembrar-me dos chinelos de dedo (que prazer tê-los nos pés); do café que se vai tomar a seguir ao almoço, sem correrias; do pequeno-almoço que nos permitimos, de vez em quando, tomar na padaria mais próxima; dormir mais um pouco de manhã (o despertador também vai de férias para dentro da mesinha de cabeceira), relaxando, aos poucos, o nosso relógio biológico (coisa difícil); etc.

Para mim estes são os primeiros sinais das queridas férias. Já falta pouco…

Queira alargar esta lista!

Obrigada!

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