Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

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Estou tão mal disposta – nem consigo dormir há semanas – “isto” está a dar cabo de mim – nem consigo desligar-me
O que é que quer dizer que Espanha alimenta soldados portugueses com rações de combate – que soldados onde ? Então a espanha entra emnão sei quê rôta e manda comida de cão ?? Não enlouqueci com a morte da família e agora o que se passa comigo ?? – será o que se passa com outros que nem se podem queixar nem têm a quem queixar-se ?? Não operam ninguém em lista de espera – o que secede às pessoas – e a mim ? e estas porcararias da TV ?? como se não se passasse nada ? E ameaçam-me com xineses ?? e merkel escondeu-se em algum bunker ?? Ao menos desaparecere os idiotas que escreviam comments no aventar ?? porque não desaparecem os “outros” ??
Se me permite, o mais saudável é desligar mesmo. Não ver notícias é saudável – falo por experiência própria.
Ora cá temos um bóizão que não fez nada na vida excepto intrigar no PSD e na política!
“Traz-me isso” de João de Deus Pinheiro, foi “traz-me isso” de patrono em patrono até chegar a ministro desta coisa a que alguns insistem em chamar governo.
Intrigou muito na vida, mas trabalhar nunca trabalhou, só tem um livreco com o seu nome, feito em co-autoria, o “Manual do Jovem Autarca”, livro de cabeceira de Fátima Felgueiras, Mesquita Machado, Valentim Loureiro, Isaltino “0 livre”, etc.
Vai ficar na história do PSD por ter muito bom apetite nos jantares partidários, (parece que não falha um e que é capaz de limpar duas doses de cozido à portuguesa num ápice), e na história de Portugal vai aparecer como mais um verbo de encher!
Miguel Cigarra Macedo faz-me lembrar “A Metamorfose” de Kafka.