Uma Estalada Muito Bem Dada

A campanha “Papel por Alimentos”, lançada há um ano pelo Banco Alimentar Contra a Fome, recolheu mais de três mil toneladas de papel, que converteu em 300 mil euros em alimentos, mais prioritariamente leite, atum e azeite.

Felizmente as pessoas não se revêem nos comentários que por todo o lado escutamos ao longo do último mês.

Comments

  1. Como dizem os ingleses, wishful thinking, JM.
    Só mesmo na sua cabeça.

  2. Konigvs says:

    Espera lá que fiquei confuso – então mas já não existia uma entidade que faz publicidade na televisão e tudo – o Ponto Verde – para o pessoal meter o papel no Ecoponto azul? Gervásio?
    Estalada? Em que medida é que ter-se recolhido mais ou menos papel faz da Xoné mais ou menos puta?

  3. Joana says:

    Ao contrário do que pensa, as pessoas revêm-se nos comentários, mas também acham que as necessidades de quem passa privações se sobrepoem ás burrices que a “tia” Isabel vai largando de cada vez que abre a boca. Sim porque ao contrário da dita Sra. os portuguese sabem que há fome.

  4. luis says:

    Felizmente as pessoas não se revêem nos comentários que a Xoné faz e continuam a colaborar com o Banco Alimentar, pois sabem diferenciar a Xoné do Banco Alimentar. Dizer que isso é uma chapada? Não me parece.

  5. Joana says:

    A diferença entre a Isabel Jonet e o José Magalhães, está na forma escolhida de se expressar, uma por entrevistas o outro pelo Aventar. Mas ambos de cada vez que falam ou escrevem scheira mal, tal o lixo. Poupem-nos.

  6. Lamentavelmente a maior parte dos comentadores que por aqui passam não sabem interpretar o que leem, lendo na diagonal e reagindo sem pensar no que leram, o que não deixa de ser lamentável.
    A bofetada a que me refiro é dada a todos os que durante as últimas semanas fizeram campanha contra o Banco Alimentar, patrocinando movimentos contra as dádivas feitas durante os peditórios dessa entidade, expressa no único comentário que faço para além do título:
    “Felizmente as pessoas não se revêem nos comentários que por todo o lado escutamos ao longo do último mês”.

    • O José Magalhães é que usa uma táctica baixa, baseada na insinuação e nas meias palavras. Quando fala em comentários, não especifica quais e de que teor, vindo depois a terreiro tentar tapar o sol com a peneira.

      • Não é preciso especificar neste caso, meu caro joão Esteves, já a a grande maioria dos comentários vindos a público e das campanhas conhecidas são e foram na sua maioria do mesmo teor.

        • Vidé pf mais um comentário do género, já mais abaixo, do Konigvs.
          Exemplar!

          • Maquiavel says:

            O Magalhães ainda não percebeu aquela verdade fundamental: quem tem que explicar (demais) o que diz/escreve, é sinal que contou mal a história… ou que a história que contou é apenas léria!

        • Já que fala da grande maioria, suponho que terá feito um levantamento exaustivo. Poderá partilhar os dados connosco? É que fico sem saber onde está a estalada e se, do seu ponto de vista, alguém, por exprimir uma opinião deve levar uma estalada quando essa opinião não é coincidente com a sua.

          • O meu amigo, perito em distorcer o que lê, deve ser político. Não lhe dou os parabéns por esse facto, como é evidente, nem tão pouco lhe vou explicar o óbvio.
            Cumprimentos e um Santo Natal.

          • Essa é boa… O José Magalhães é que toca e foge e o político sou eu? O putativo estalo está lá em cima…
            Uma Boas Festas ateias.

    • Amadeu says:

      Estás com um defice de compreensão. Será permanente ?
      A maioria das pessoas não fez ou faz campanha contra o Banco Alimentar. É a Xoné que está em causa, filho. Queres que te faça um boneco ? X O N É.
      Repete comigo. Xis …. Ó …. Ene …. É

    • Jorge says:

      O que é que o cu tem a ver com as calças?
      Já agora só deu para o atum?

      Nao houve foie gras ? e ostras? os pobrezinhos também gostam.

  7. Konigvs says:

    O Banco Alimentar não se confunde com a Xoné. Claro que não. O Banco Alimentar é a merda que é, com a Xoné ou com outra parva qualquer no lugar dela. Toda a caridadezinha vinda da igreja é uma merda disfarçada de solidariedade. A igreja é merda que se conhece com o Policarpo sem Policarpo, com o Rato Zinger ou com outros filhos da puta pedófilos quaisquer. A Xoné é uma insignificante nesse mundo hipócrita de fazer caridadezinha.

  8. Continuem então, Pobres e Miseráveis, a sustentar os vossos caros semelhantes, Pobres e Miseráveis… Pois lá no fundo, onde a hipocrisia não existe, pois que o pensamento não é divulgado em alta-voz, ouve-se o pensamento a dizer “Qualquer dia também eu posso vir a precisar!”
    Continuem a perpetuar a POBREZA… Física, mas principalmente a MENTAL… Os Pobres e Miseráveis agradecem, pois afinal a MUDANÇA é sempre difícil…
    Já agora! A diferença não é apreciável!

  9. maria celeste ramos says:

    Éhhhhhhhhhhhhhh – creio que as pessoas que recorrem ao Banco Alimentar estão acima de qualquer destes comentários – e até se nota pelas observações que fazem quando são entrevistados – estão gratos apenas e não se lembram de dizer mal – só gratitude
    Os que não ajudam assim ou de outro modo mas têm sempre uma palavrinha macaca a dizer, é que parecerá lamentável pois até parece que fariam melhor mas não “os vejo” a aliviar as dores de quem as tem mas escrevem escrevem e escrevem – E até poderiam omitir a sua douta opinião que não dá de comer a quem tem fome já que nem sequer ajudam a mobilizar mais “os que podem, aos que precisam”, creio eu, por mais direitos que achem ter de dizer não importa o quê Gastam Palavras que, como “o povo” diz, vozes de burro não chegam ao Céu – Quem dá o que tem e pode a mais não é obrigado – pena é que o país não “chegue para todos” porque o seu braço só alcança os que quer e não todos que deveria – é o que é – A critica negativa pode resultar em alerta isso é verdade – mas a eterna má língua só de dizer mal por bot’abaixo, ai que pena que o computador não tenha uma “pane”- Mas também ser muito educado e delicado e bondoso e delicodoce e caritativozinho e só virtudes, que XATICE – cada um que seja o que é capaz de ser

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