Nova política de comentários – actualização

Há uma semana decidimos que quem comenta no Aventar teria que estar registado e ter sessão iniciada. Optámos por um processo em duas etapas, sendo a primeira delas activar a opção de ter o primeiro comentário autorizado no WordPress e a segunda etapa a obrigatoriedade de ter sessão iniciada num dos serviços WordPress, Facebook, Twitter ou Google+. Era claro que, para controlar o SPAM, seria preciso activar esta segunda opção e este é o momento de o fazer.

Ou não.

Durante esta semana ouvimos os leitores. Sabíamos que era uma opção que não seria do agrado de todos, mas concluímos que também não era do nosso agrado. Nós somos as escolhas que fazemos e escolhemos não mudar por causa do lodo onde um ou outro se sente à vontade. A porta da mudança não está fechada, mas se a reabrirmos, há-de ser por uma razão que mereça a nossa atenção.

Quem quiser comentar continuará a não precisar de fazer registo algum nem de ter um comentário previamente aprovado. Sujeitar-se-á, no entanto, às regras da casa que têm acompanhado a existência do Aventar: netiqueta e gestão de comentários da responsabilidade de cada autor, dentro dessas mesmas regras.

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Nova política de comentários

Desde 2009, o Aventar tem sido um espaço de ampla liberdade. Ao fim de quase 7 anos, temos 120 mil comentários publicados por milhares de leitores, ocasionais ou «permanentes» – os da casa. Ao contrário de outros blogues, os comentários no Aventar não são moderados, ou seja, são publicados imediatamente.
O problema começa quando algumas pessoas não conseguem entender que um espaço de liberdade pressupõe sempre a equivalente dose de responsabilidade naquilo que se publica. Não é por termos liberdade de publicar que vamos desatar a insultar tudo e todos ou alguém em particular. Não é uma situação nova, sempre aconteceu, mas nos últimos tempos tem sido demais.
Para grandes males, grandes remédios. A partir de agora, os comentários continuarão a não ser moderados, mas os utilizadores têm de estar registados e ter sessão iniciada para poderem publicar comentários. Ou seja, quem comenta terá que usar a sua conta wordpress, twitter, facebook ou google para o fazer. O seu primeiro comentário terá que ser aprovado pelo Aventar, mas os seguintes serão publicados automaticamente.
É caso para dizer que por uns pagam todos. Há a esmagadora maioria que comenta normalmente, mas depois há os trolls. Meia dúzia de artistas que inventam um nome tipo «És um porco» e um mail do género «wehgherucnrfhdrcjdrm@gmail.com» e que, a partir daí, proferem os insultos mais soezes sob a capa do anonimato – ah, como é fácil, seus artistas, insultar atrás do teclado. Na vez seguinte, inventarão outro nome e outro mail e por aí fora.
Não vão desaparecer – a obsessão da trollice vai levá-los a criar mails em barda apenas para poderem continuar a actividade – mas vão ter a vida mais difícil. E todos nós, da comunidade Aventar, vamos sentir o ar menos poluído.
Esperamos a vossa compreensão.

Aos trolls anónimos e outras bestas

Claro que as coisas pioram quando alguém se julga anónimo. Que nem é.

Uma imagem vale mil comentários

Via IOnline.

Uma Estalada Muito Bem Dada

A campanha “Papel por Alimentos”, lançada há um ano pelo Banco Alimentar Contra a Fome, recolheu mais de três mil toneladas de papel, que converteu em 300 mil euros em alimentos, mais prioritariamente leite, atum e azeite.

Felizmente as pessoas não se revêem nos comentários que por todo o lado escutamos ao longo do último mês.

Seja você o juiz

Quando no ano passado um representante da Unicef me bateu à porta fiquei com uma dúvida que persistiu até há dias, quando, involuntariamente, imagino, um meritíssimo juiz trouxe à luz as escuras práticas de alguns grupos que, eufemisticamente,  se apelidam de empresas.

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Segmento Azul, a saga da Ambição Internacional Marketing continua

Ou como conseguir projecção nacional através dos tribunais.

Entretanto os comentários vítimas de providência cautelar apareceram no Pasterbin. Aguarda-se a todo o momento que um juiz português mande suspender a internet. [Read more…]

O ovo da serpente

Nem 3 dias passaram, e já se escreve isto:

Só lamento ter acontecido na Noruega e não em Portugal, mas há-de chegar o dia…

numa caixa de comentários (este não apaguei para amostra). Depois digam que foi um acto isolado de um tresloucado. E continuem a pregar o mesmo discurso “anti-multiculturalista”. Na década de 30, muitos também não acreditavam. Os ovos da serpente são transparentes, antes de eclodirem já sabemos quem lá está.

A santa cruzada passou-se

PROCURA-SE CRUZADO DO SÉCULO 21 Desde que em Novembro comecei a aventar sobre o ensino privado que se instalou nos comentários uma espécie de santa cruzada, formada por professores dos colégios, mães e pais que usufruem de serviços religiosos pagos pelo estado, e que não se confundem com quem muito simplesmente não concorda comigo.

Escrever sobre os colégios da minha aldeia levou a que depressa surgissem insinuações sobre a minha vida privada e profissional, ameaças veladas aqui e ali, na demonstração dessa velha estratégia das hordas católicas: quando se esgotam os argumentos passa-se para o ataque ad hominem, quem não é por eles só pode ser uma má pessoa, o velho ódio ao herege tão típico dos fundamentalistas.

Ontem chegaram ao ataque tu quoque, acusando-me de ter estado destacado pelo Ministério da Educação na Companhia de Teatro Viv’arte.

A Companhia de Teatro Viv’arte pertence a uma associação cultural sem fins lucrativos, isenta de impostos por despacho assinado pela sra. Manuela Ferreira Leite, foi fundada pelo professor Mário da Costa, meu mui caro amigo e um dos melhores professores que Portugal tem, a partir duns miúdos complicados do 2º ciclo Oliveira do Bairro e depois de outros encontrados nas valetas do mundo por onde passa, insistindo em nelas recolher pessoal da pesada que algumas vezes conseguiu transformar em gente com profissão e vida estável, tendo de resto o estatuto de empresa de inserção. Ser acusado disto por um professor de um colégio onde menino com necessidades educativas especiais não entra tem a sua graça, como ironia, mas encheu o copo. Quem continuar a comentar os meus textos com acusações ao autor, ou ameaças e insinuações, verá todos  os comentários aos meus postes apagados, como agora fiz.

Discutam e divirjam de mim à vontade; mas quando, à falta de argumentos, o argumento passa a ser o outro argumentador, temos o caldo entornado.

Novas Ligas

Ainda agora o esférico começou a rebolar-se no relvado, e já uma equipa de luxo deu o primeiros toques e ameaça a concorrência na arte de bem comentar.

Na Liga Aleixo.