Casa da Música – Todos Convocados

Quem não gosta de abraços? Este é já amanhã, às 15h30. Vamos?

Comments

  1. maria celeste ramos says:

    Manuel Correia Fernandes, arqtº – tem graça – ainda hoje o vi na TV em noticiário sobre o restauro e reabilitação do Bulhão e a construção de novo estacionamento automóvel – conhecí-o creio que em 1999 quando como juri tive de apreciar um projecto dele em Matosinhos do programa PER – que foi premiado, claro, de entre as dezenas de concorrentes de cada ano – só o tornei a ver mas em Lisboa na cerimónia de distribuição dos Prémios INH/IHRU, cerimónia que agora alterna Lisboa-Porto – adorei este trabalho duro e cansativo ao longo de 4 meses mas em que fiz a revisão de todo o pais – foi bom e vi “a nova arquitectura” que denominam social, termo que odeio, porque tentei convencer os mais altos responsáveis que não há ghetos para ricos e para pobres em condomínios separados e murados, e segregados mas sim e apenas pessoas no mesmo contínuum urbano a verem-se uns aos outros – parece que me perceberam -só há uma cidade e não bocados murados para distinguir este daquele ghetizando ainda mais para além das diferenças que tantos já têm mas ao menos que tenham acesso “à mesma rua e passeios de peões” muitos ghetos de crime têm origem na separação que a sociedade faz conscientemente – aliás frança, ao sul de Lyon fez uma cidade-nova para os que queriam viver de outrs maneira fora das cidades barulhentas (e teria lá Tom Cruise a dercer de helicóptero) gerou uma grande confusão na zona antiga da cidade que quizeram murar e fechar por causa dos “novos vizinhos indesejáveis” Para abreviar aconteceu o previsto – os meninos da droga e outros indesejáveis assaltaram o condomínio fechado e o maire bem explicou (reportagem TV) os dramas que teve e o insucesso e o crime não acabou, aumentou – MUROS são sempre muros para deitar abaixo, digo eu, não para erguer entre seja quem for pois que cada pessoa sabe em que parte da cidade preferiria viver e que meio quer encontar – as periferias não são todas “Restelos” nem todos Bairros da Lata – o Porto sabe isso muito bem e os sarilhos que há (ou houve) em desalojar tantos e atirálos não se sabe para onde para, nesse lugar de alta falésia da beira Rio, fazer construção para ricos apenas, desfazendo aqualas comunidades pacíficas e integradas e com as suas hortas que não são p«apenas áreas de produção agrícola e autosusteb«ntação, mas paisagem também urbana de valor esológico e cultural e que se foram as periferias da cidade onde os mais pobres se instalaram porque razão a dada altura a cidade quer expandir-se mas expulsando os que lhe deram vida e alimentos e árias de valor ecológico ?’ o betão é implacável e os autarcas nem sempre percebem que a evolução não passa pela exclusão dos que não são iguais

  2. maria celeste ramos says:

    Só falta proibir que os meninos dos bairros pobres não possar andar de Skate nos espaços livres da Casa da Música – como andavam sem problemas, nos espaços livres tão extensos, da Praça de La Grade Arche e outros locais onde não vi segregação, mesmo que a haja sempre – os bairros sociais não têm que ter “muros” – as pessoas sabem em geral os seus limites, excepto os governantes – e adorei visitar um local fechado naturalmente – a zona da Sé, para o PER (começado por Siza Vieira e abandonado mas mais tarde reabilitado) mas sem portas “trancadas” – muito interessante e adequado à população a que se destinava pois nem todos vivem da mesmo maneira nem apreciam nem copiam a forma de viver dos “ricos”

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