Há verdades que são mesmo como o azeite. Ora atentem:

Não, isto não acontece só na imprensa regional.

“Testemunho de uma jornalista que teve de despedir-se por causa do Barclays, e não só”.

Comments


  1. Com a famigerada e corrupta banca tudo é possível . O mais incrível
    é que o Barclays que se julgava acima de tudo e de todos , tem mui-tos rabos de palha . Não há nenhum banco que se aproveite . Prevejo
    e desejo o fim de todos os bancos . Não sou de esquerda nem de di-reita , mas sei e conheço muita gente que sofreu com essa gente .

  2. edgar says:

    Já que estamos nas perguntas inocentes, pergunta-se: não seria correcto obrigar todos os que ganharam com as compras e vendas das acções do PBN e das sociedades da Sociedade Lusa de Negócios (em muitos casos fora da Bolsa) fossem obrigados a devolver esses ganhos para que se reduza o que cada contribuinte está a pagar pelo o buraco do BPN?

  3. jorge (fliscorno) says:

    Notável! Foi preciso ter tomates.


  4. É sempre gratificante descobrir que ainda há seres humanos que não abdicam dos seus princípios e valores!

Trackbacks


  1. […] Hoje não foi no supermercado, hoje foi no sagrado momento de uma viagem de comboio; a menina a recibos-verdes-e-comissões do Barclay Card ligou-me para me dar um cartão grátis, uma proposta irrecusável. A menina vai-me desculpar mas não estou interessado. Mas este cartão é muito bom , não traz custos, agradeço mas não estou interessado. Repete o mesmo duas ou três vezes. E por alguma razão especial? – pergunta a resoluta menina. Respondo que com a banca tenho uma relação difícil, da banca só quero distância. Mas passou-se alguma coisa? – não, várias. Mas este cartão é diferente. Não estou interessado. E pode comunicar ao seu director: banca comigo era na linha de tiro, todos. Vou então transmitir, mas este cartão é muito bom. Obrigado. Foram três minutos de tempo deitado fora para mim e para menina que não me conseguiu oferecer um Barclay Card. […]

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