Só no ano passado emigraram 110 mil portugueses. Note-se: só no ano passado.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Só no ano passado emigraram 110 mil portugueses. Note-se: só no ano passado.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
Como arma política o incentivo à emigração em massa vem directamente do arsenal da outra senhora. O que vale é que mudámos muito…
Tem razão, António. Seria preferível que esses 110 mil portugueses continuassem em Portugal, sem emprego e (alguns?) a receberem apoio social.
E, naturalmente, a contarem para os números do desemprego, porque o que é preciso é mostrar que temos muitos desempregados.
Recorde-me lá, quem é que ganhava com isso e ganhava exactamente o quê?
Tem razão, Joaquim. Apanhou-me. É evidente que pretendi criticar as pessoas que emigram, quando podiam ficar a receber menos ou nada no próprio país. Nem me passa pela cabeça criticar quem colocou o país numa situação que obriga as pessoas a emigrar.
E é claro que as pessoas como eu só ficam contentes quando a taxa de desemprego é alta. Ia agora criticar as declarações dos governantes que se atribuem a si próprios o mérito de ter contribuído para a diminuição do desemprego, quando, na realidade, isso se deve às pessoas que precisam de emigrar ou a critérios que permitem confundir precariedade com emprego ou que retiram pessoas artificialmente do desemprego! Ia agora criticar as políticas que desprezam recursos humanos preciosos! Tem razão: é calar e sorrir.
Ainda bem, Joaquim, que o mundo blogosférico tem comentadores como V. para descobrir as carecas dos malandros da minha espécie.