Oh Marcelo, francamente

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Com o esgaseamento habitual, o prof. Marcelo perguntava aos deuses, via televisão:”Como é que se paga voluntariamente uma dívida prescrita? A dívida prescreveu, prescreveu. Não há dívida. Como é que alguém recebe uma dívida prescrita?”. . Referia-se, naturalmente, ao pagamento de uma dívida prescrita que o 1º ministro se aprestava a fazer (élection oblige…) à Segurança Social. O comentarista é um venerado prof. de Direito, por isso era razoável pensar que soubesse… Direito. Afinal, que diabo, ele quer ser Presidente da República e convém estar a par destas vulgaridades. Sempre pronto a ajudar quem precisa, aqui transcrevo parte de uma nota divulgada à Imprensa pelo ISS:
-“… «quando existem no Sistema de Informação da Segurança Social dívidas contributivas que estão prescritas» o contribuinte tem duas opções que pode tomar.
Uma das opções passa pelo contribuinte poder «invocar formalmente a prescrição junto dos serviços da Segurança Social e, nesse caso, as mesmas são retiradas do sistema e deixam de existir para todos os efeitos legais».
A outra opção é o contribuinte «requerer o pagamento das contribuições prescritas para que as mesmas possam ser consideradas na totalidade da sua carreira contributiva, para efeitos de contagem nos seus direitos futuros, nomeadamente na atribuição de uma pensão», explica a Segurança Social.”
Marcelo, Marcelo, que descuido é este em que vives?

Comments

  1. orquídea says:

    Pois! Este é dos tais que só sabe o que lhe interessa…

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