Vamos ajudar a Câmara Municipal de Belmonte
Comments
Trackbacks
-
[…] 92%? Efectivamente: 92%. […]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
Nao uso o Acordo Ortográfico.
Nao uso e nunca usarei.
O monstro a que alguns chamam “Novo Acordo Ortográfico” não é novo (data de 1990), não é um acordo (porque um acordo pressupõe a concordância de todas as partes) e não é ortográfico (porque a palavra grega “orthós” significa “direito”; e esta coisa é tortuosa, incoerente, ilegal e estúpida). Não uso e nunca usarei.
Nao uso o AO.
Nunca usarei. Não tem fundamento lógico, não é constitucional, Dá tudo menos identidade ao nosso país e tudo de bom que ele tem. Não é de maneira abrupta que uma língua cresce e se transforma.
eu já fui lá dizer que uso.
NUUUUUNCA!!!!!!!
AO90 – NUNCA ! É uma aberração completa, não uso nem nunca usarei tal aberração !
Não digo que não uso porque tenho que cumprir a lei (não sou um juiz teixeira).
O que digo é que me recuso a aprender a lidar com a coisa. Quando faço um documento oficial activo no pc o português do AO90, passo o documento por ele e pronto. Não me podem acusar de apresentar documentos que não cumprem a lei. Ao escrever tudo, não o observo.
Aliás, penso que nós, professores, temos obrigação acrescida de cumprir a lei para darmos o exemplo. Por outro lado temos a obrigação de lutar por todos os meios legais contra o que está errado, para darmos o exemplo.
Acho que tenho o dever de cumprir o AO90 em tudo o que a lei me obriga. Mas tenho o direito e o dever de dizer que quem pariu este aborto fez merda da grossa, eventualmente ao serviço de outros interesses que não os língua portuguesa e da união entre os povos que a falam.
Mas aí, seria assunto de polícia e de justiça.
E em Portugal a justiça não existe contra poderosos. E quem pariu esta coisa se não era poderoso, ficou a seguir ($$$$ percebem?)
Vou continuar a escrever como me ensinaram e mais nada.
Por norma não sou a favor ou contra qualquer coisa porque sim (ou porque não), por tradição, por hábito ou preguiça de mudar, e inicialmente até tive uma certa simpatia por algo que se parecesse com uma simplificação e unificação da nossa Língua. Mas depois de ver tanta incongruência, tanta confusão (as facultatividades, as interferências na fonética, o excesso de homófonas, etc. etc.), tanta desunificação (ao invés da propalada unificação), e tudo acrescido de uma imposição arbitrária própria de uma verdadeira ditadura, depois de tudo isso, a minha simpatia inicial mudou para uma profunda antipatia e repúdio deste pseudo-acordo, que de acordo teve muito pouco. Não o uso e evito o mais possível leituras que o sigam. No Natal fui mesmo comprar livros antigos a alfarrabistas para oferecer.
NUNCA !Antes Môrto que Lobotomizado !