“O PSD tem de fazer o seu trabalho e não esperar nada do Presidente”

Esta frase de Paulo Rangel diz tudo sobre o que foram os mandatos de Passos Coelho e de Cavaco Silva. Um presidente de facção, que fechou os olhos a flagrantes inconstitucionalidades (orçamentos), que manteve um governo ligado à máquina (a demissão irrevogável), que deu tempo aos partidos de governo para se prepararem para eleições (não antecipou as legislativas, tal como precisava o país) e que fez todos os possíveis para que um governo minoritário governasse sem apoio da Assembleia da República e sem corresponder à vontade maioritária dos portugueses. Uma nódoa, portanto, que levou um governo ao colo.

Percebe-se que o PSD estranhe. A quem se habitou a jogar com o árbitro, custa-lhe perder a vantagem.

Comments

  1. adeus passos says:

    demoram muito a oferecer um tacho no fmi ao rangel?

  2. joão lopes says:

    falando em futobolês,ainda se ha-de saber quanta fruta o psd pagou ao arbitro e quantos fora de jogo/penaltys o arbitro fez…vista grossa(assim,tipo miope ceginho).

    • joão lopes says:

      fico à espera de comentarios em relação ao há-de ou ha de,ou ha-de?

  3. JgMenos says:

    Deixem a geringonça trabalhar…é toda a corda que é precisa|

  4. Tobias says:

    Que engraçado este Rangel! Mas lá vai fazendo o seu caminho rumo à presidência do PSD… Bruxelas, com bombas e sem grande futuro, que chatice! Melhor é jogar pelo seguro, ter tacho no partido, no parlamento e o seu escritório de advogados no Porto. Uma vidinha de algarismo, como diria o Almada-Negreiros.