
Nelson! Patrícia! Tsanko! O nosso atletismo continua de boa saúde!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Nelson! Patrícia! Tsanko! O nosso atletismo continua de boa saúde!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
Nós temos pontualmente grandes atletas e o caso do Évora é um admirável pela sua longevidade, mas fruto das suas capacidades inatas ou capacidade de sacrifício. Mas são casos únicos! Daí a dizer que o nosso atletismo está de boa saúde vai uma enorme distância.
Portugal já dominou completamente, nos masculinos e femininos, as provas de fundo, meio fundo e corta-mato. Hoje é um completo vazio, seja na maratona, 10 mil, 5 mil, 1500 metros… Eu deixei de acompanhar e nem sequer vejo televisão, mas há quanto um atleta português não ganha uma grande maratona ou meia-maratona de nível internacional? Há quanto tempo as corridas não ganham uma medalha que seja em europeus, mundiais ou olímpicos? Desde os tempos que a Fernanda Ribeiro ainda tinha bigode?
(e o Obikwelo não conta obviamente)
Portugal nunca dominou as provas de meio-fundo e fundo. Tivemos 3 campeões olímpicos (Carlos Lopes, Rosa Mota, Fernanda Ribeiro) que também foram campeões europeus e mundiais, um campeão europeu e mundial, o mamede, um medalhado olímpico (Rui Silva) e meia dúzia de medalhados como a Carla Sacramento, Susana Feitor, Albertina machado, irmãos castro, Aurora Cunha. Ou seja tivemos esporadicamente bons resultados no meio-fundo e fundo. Daí a dominar vai um passo.
Há quanto tempo um atleta português não ganha uma maratona ou meia-maratona? Desde o ano passado quando a Sara Moreira venceu a meia dos Europeus de Amesterdão!
O atletismo português está naturalmente a transformar-se para as provas técnicas da modalidade porque efectivamente temos nessas provas matéria, bons técnicos e condições. Sendo actualmente muito dificil para um atleta português, essencialmente por motivos fisiológicos combater contra as armadas africanas na corrida de fundo, ainda continuamos esporadicamente a dar cartas no plano europeu.
Três jornais “desportivos” diários. Tivemos um campeão europeu. e uma vice-campeã no Atletismo. Os três diários “desportivos” fazem, todos, a capa principal com o 3º classificado da Liga de Futebol. Eu acho que seria mais honesto banir tudo que não fosse bola dos ditos jornais “desportivos”.
O costume, portanto.