Fumar na praia

Comissão Europeia defende proibição de fumar nas praias

O Tea Party pimba

Mandava a criada às reuniões.

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Notas sobre a ascensão do Protestantismo

A palavra Protestante tem origem no Latim, vem de Protestas, e significa atestar diante de todos. O Protestante é aquele que recusa a autoridade absoluta de qualquer Ser ou entidade, seja a Igreja, a hierarquia eclesiástica, ou mesmo a Bíblia.

A designação apareceu em 1529, na dieta de Espira, do Sacro Império Romano Germânico, quando cinco Príncipes e catorze cidades da Alemanha Imperial, incluíndo Estrasburgo, protestaram contra Carlos V, cuja intenção era revogar concessões feitas anteriormente, em 1526, repondo a hierarquia e o culto romano na Igreja. Os membros luteranos da dieta, temendo o fim do movimento entretanto iniciado, protestaram contra as medidas adoptadas, apelando em favor da sua reversão ao Imperador. É nesse momento que tem início o Protestantismo.

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O extraordinariamente habilidoso PSD

Mandatado pelo PSD, Duarte Pacheco expressou o seu lamento pelo atingimento de um défice historicamente baixo, que reduziu a aritmética de Maria Luís Albuquerque ao absoluto ridículo. Diz o deputado que a redução do défice é um dado positivo mas que foi obtida “pelo caminho errado“. Porque o caminho certo, como todos sabemos, consistia na desvalorização salarial, nos cortes temporários que afinal eram permanentes, na desregulação das leis laborais e no ataque desenfreado ao Estado Social. É ver os excelentes resultados obtidos pelo anterior governo em matéria de défice para perceber isso mesmo.  [Read more…]

O Parlamento ainda mais como centro de negócios 

Já temos os escritórios de advogados, dos deputados ex ou actuais, que fazem a legislação e os pareceres, tarefa da responsabilidade da Assembleia da República. Os saltitões entre áreas tuteladas e correspondentes posições no privado é uma realidade. E agora há isto.

PSD quer empresas de deputados a participar em concursos públicos

 O que eu acho delicioso nisto é ouvir as luminárias do PSD manifestarem-se contra o socialismo, que gasta o dinheiro dos contribuintes e depois querem ir, e vão, ao pote.

E apontar o dedo aos verdadeiros culpados, já não interessa ao BE?

A malta do BE à falta de melhor, lá vai atirando para Bruxelas a culpa pela emissão de dívida da CGD, esquecendo com seu cúmplice silêncio quem foram os verdadeiros responsáveis pela ruinosa gestão política do Banco público. De 1995 a 2017, o PS governou durante 16 anos, o PSD apenas 6. Não que os restantes 40 anos sejam particularmente brilhantes, mas o período 2005-2011 deve ser das páginas mais negras de corrupção, compadrio, incompetência que há memória, talvez apenas durante o PREC se tenha descido tão baixo em matéria de destruição de dinheiro dos portugueses, apesar das muitas viúvas que continuam por aí em estado de negação…