Jacinta e Francisco, Santos.

E Lúcia? Fica a ver navios?

lúcia

Nah… Este pode ser só o teaser para o cartaz do próximo dia 13 de Maio em Fátima.

 

Golpe de Cavaco Silva e Passos Coelho – aniversário

Cumpre-se hoje o 6º aniversário do golpe palaciano engendrado por Cavaco Silva e levado a cabo por Passos Coelho, o chumbo do PEC IV, sem propor alternativa, contrariamente aos outros partidos, que levaria à demissão de José Sócrates e ao consequente pedido de “ajuda externa” consubstanciado no chamado “Memorando de Entendimento”, ou seja, a bancarrota e o resgate de Portugal, entregando a nossa soberania a uma “troika” internacional.

Cavaco-Cavaco_Silva-e-Passos_ Coelho
Até hoje Passos Coelho nunca esclareceu razões credíveis que justificassem a rejeição daquele programa, negociado e aceite por Angela Merkel e pela Comissão Europeia, uma vez que afirmava, à época, que nunca mexeria nem nos salários, nem nas pensões, posição que mudou passado poucos meses depois quando passa a defender ir para além do Memorando de Entendimento.
Cavaco Silva, no discurso de tomada de posse do seu 2º mandato a 9 de Março de 2011, deixa muito clara a sua visão sobre as finanças de Portugal, bem como o seu ódio pessoal a José Sócrates, o qual, como sabemos era correspondido pelo visado. [Read more…]

O critério fonético (ou da pronúncia): a receção das crianças e o contato com os pais

Prenez une copie d’un gosse de troisième, vous verrez que c’est truffé de fautes d’orthographe, que c’est phonétique!

Pascal Praud

Em tese, hoje, o  [F.C.] Porto ganhava, não é?

— Rodolfo Reis, 19/3/2017

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Efectivamente, trata-se cada vez mais da adopção quer de atitudes, quer de regras de higiene.

Exactamente.

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A insustentável leveza da generalização xenófoba

paulo-dentinhoPedro Pereira Neto


Paulo Dentinho
, na sua qualidade de director-logo-especialista-em-tudo, em directo a generalizar a partir de pessoas que vão a mesquitas para pessoas que são terroristas, falando de “esta gente”. Nada de novo.
Talvez na sua qualidade de português-logo-católico-logo-equivalente-ao-terrorista-cristão-anders-breivik, devesse ter algum cuidado com a ligeireza da generalização xenofobico-doce que aplica a outrém.
Nem vou comentar esta prática de consanguinidade profissional de fazer-se convidar para o noticiário do próprio canal: prefiro deter-me na constatação de que estamos tão bem servidos de pirómanos nas ruas como nas redacções.

Talvez por isso seja tão mais fácil noticiar Wilders em vez de Klaver. Talvez também não seja apenas nas forças de segurança que o pensamento exclusivista tem ganho terreno.

Schnaps und Frauen & Wine, Women An’ Song

Als Sozialdemokrat halte ich Solidarität für äußerst wichtig. Aber wer sie einfordert, hat auch Pflichten. Ich kann nicht mein ganzes Geld für Schnaps und Frauen ausgeben und anschließend Sie um Ihre Unterstützung bitten.

— Jeroen Dijsselbloem

…como, por exemplo, faz o Jonas: a vir atrás, a segurar, a tabelar, a entrar, com o outro [ponta-de-lança] lá metido e com os extremos abertos, ou os extremos a vir dentro e os laterais a subir.

— Rodolfo Reis, 19/3/2017

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O BdP, Carlos Costa e os juros superiores a 4%

Nicolau Santos, no programa As Contas do Dia, da Antena 1, avança com um reparo quanto aos juros da dívida pública. Recorda o jornalista que, em 2015, pela tomada de posse do actual governo, Carlos Costa decidiu que alguns investimentos que estavam no Novo Banco passariam para o BES, assim ditando enormes perdas aos seus investidores. Esse momento coincidiu com o descolar dos juros da dívida para o patamar dos 4%, de onde já não se saiu. Segundo Nicolau Santos, isso dever-se-á à falta de investidores na dívida pública portuguesa. Na sua opinião, o safanão que foi dado a quem investiu naquele tipo de produto não se devia ter limitado a cinco investidores, os maiores, mas sim a todos, distribuído igualmente as perdas, que se poderiam situar, nesse caso, na ordem dos 16%. A decisão unilateral de Carlos Costa, afirma Nicolau Santos, teve impacto nos juros que os portugueses estão a pagar até hoje, superiores aos dos congéneres europeus. 

Da pouca vergonha

Shame.

Via Uma Página Numa Rede Social

Eu até conheço dois gajos que gastam muito em gajas e bagaço!

As imagens com que escolhemos ilustrar as nossas opiniões são o rabo de fora dos nossos preconceitos mal escondidos, a não ser que sejamos muito hábeis ou que não tenhamos rabo. Dijsselbloem é um dos gatos mais desastrados que tenho visto, e só sobrevive porque vivemos num ambiente em que os políticos nem sequer precisam de ter vergonha na cara, bastando lembrar o amigo Juncker e o seu fascínio pelo charme do défice francês ou, há mais tempo, o Durão Barroso que jurou pela existência de armas terríveis no Iraque e que se pôs a correr para Bruxelas, abandonando, patrioticamente, o cargo de primeiro-ministro do, por assim dizer, seu país.

Relativamente a Dijssolbloem, e porque estamos a falar de gente que se comporta como um bêbedo que se esqueceu do alfabeto numa tasca tão reles que nem a ASAE lá entra, tenho a dizer que só se perdem as que caírem no chão. Por muitas voltas que queiram dar ao discurso do holandês, ao escolher a imagem dos dissipadores em mulheres e vinho é evidente que deixou escapar um complexo de superioridade que não é mais do que a manifestação na crença de que faz parte de uma raça superior. Para disfarçar, ainda recorre a uma das minhas palavras preferidas, solidariedade, alegando que isso correspondeu à generosa prática dos povos do Norte, oposta ao parasitismo dos sulistas europeus. [Read more…]