
Lançamento do livro de John Wolf , dia 22 de Março, às 18h30, na Fundação José Saramago, Casa dos Bicos, Lisboa.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Lançamento do livro de John Wolf , dia 22 de Março, às 18h30, na Fundação José Saramago, Casa dos Bicos, Lisboa.
Isto sempre se passou.
— Rodolfo Reis, 13/3/2017
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Li por aí que Santana Lopes teria sido elegante, ao dizer que é
normal que Sampaio sinta algum peso na consciência.
De facto, Santana Lopes, como Voltaire, não disse tal coisa (publicamente, acrescento eu, obviamente).
Eis aquilo que Santana Lopes efectivamente disse:
Compreendo que Jorge Sampaio tenha peso na consciência porque a decisão dele é que pôs o país à deriva.
Eis outra coisa escrita por Santana Lopes:
Agora facto é igual a fato (de roupa).
Será que Santana Lopes tem “peso na consciência”?
Sim, porque isto

aconteceu.
Quando? Hoje. Onde? No sítio do costume.
Efectivamente, se Santana Lopes tiver “peso na consciência”, compreendo.
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Não houve extensas análises, gráficos, opiniões e reopiniões. Nada de destaques de primeira página, nem abertura de telejornais. Apenas uns simples artigos, com o destaque de uma qualquer corriqueirice.
O Tesouro português colocou esta quarta-feira 1.250 milhões de euros com juros negativos recorde
Conseguiu arrecadar 1.000 milhões de euros em bilhetes do Tesouro a 12 meses, tendo registado um juro médio de -0,112%, abaixo do juro de -0,047% que havia observado há dois meses numa operação semelhante. E obteve ainda 250 milhões de euros em títulos a seis meses, com a taxa a situar-se nos -0,158%, que compara com os -0,091% do último leilão. [jornal ECO, 15/3/2017, Alberto Teixeira]
Onde andam as camilorencíces e as insurgências? O que é feito das jotas dos cartazes do feicebuque? Onde pára o diabo?
O Deutsche Bank deverá estar novamente em apuros. É reincidência no assunto – não há coincidencias, Schäuble.

Leio, na edição de hoje do “Público”, que pertencer à Frente Nacional (FN) de Marine Le Pen passou a ser “aceitável”. Quem o observa é Sylvain Crepon, um investigador da Universidade de Tours que estuda a extrema-direita francesa e que conta que, até há pouco, para irem colar cartazes os apoiantes de Le Pen faziam-se proteger com tacos de basebol e iam acompanhados por uns quantos skinheads. “Agora podem fazer isso em plena luz do dia, o que mostra que as pessoas já estão mais habituadas à FN. Tornou-se mais aceitável.”
“Aceitável” graças sobretudo à sagacidade de Marine Le Pen, que soube empurrar para fora de cena um embaraçoso pai incapaz de conter o seu discurso de ódio. A hábil Le Pen faz-se agora chamar apenas de Marine nos cartazes, encheu os comícios de rosas azuis, afectos e sentimentalismo, fala da “França esquecida”, da “França sem voz mas não sem coragem” e reclama para o seu partido a personificação desses “valores franceses”, chavões de conteúdo vago, ideias míticas de uma “França perdida” que é preciso recuperar, um bastião a defender perante a invasão dos outros, dos estrangeiros, dos terroristas. [Read more…]

A vida política portuguesa é insólita. Volta e meia temos um destes episódios, bizarros, que nem a maquilhagem mais espessa consegue dissimular, mas aos quais grande parte dos portugueses assistem, impávidos, como se nada fosse. Temos esta senhora, Dra. Assunção Cristas, que lidera um partido, o CDS-PP, que apesar de pequeno, tem enorme influência na banca, nos grandes escritórios de advogados e nas grandes empresas, e que dá uma entrevista ao Público onde confessa, sem grandes rodeios, que estava muito descansada de férias e recebeu um pedido urgente da ministra das Finanças. Era preciso aprovar um decreto-lei, que a senhora Cristas desconhecia por completo, e que assinou de cruz, como se nada fosse. [Read more…]

Demagia, xenofobia, ditadura, corrupção, mentira, estupidez – eis as marcas dos políticos que tomaram ou se preparam para tomar o poder. Como é que chegámos até aqui? É um fenómeno a ter lugar em todos os países, até naqueles que, historicamente, estão ligados à liberdade, pelo que não se trata de uma particularidade dali ou dacolá, deste ou daquele líder. Tem um cariz global – a globalização da brutalidade, seja esta física ou intelectual.
É clara a decadência dos valores tradicionais na sociedade. Algumas pessoas não se sentem inibidas quando publicamente se desmascara o que são e outras toleram o comportamento das primeiras. Novos valores, mais centrados no indivíduo, estão a substituir os velhos valores, com inevitável choque – poderá acontecer é que não nos revejamos nesta mudança.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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