Carlos Costa pede para ser ouvido para se defender de “acusações distorcidas”. Haja deputados que se preparem.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Carlos Costa pede para ser ouvido para se defender de “acusações distorcidas”. Haja deputados que se preparem.

Entre os dois passados sábados, estive em Toronto. Efectivamente. No Verão do maldito ano de 2024, de férias no Canadá, também fora a Toronto, mas soubera-me a pouco. Muito pouco. Assim, aproveitei a presença no New Sounds, oh yeah, para me estrear na Queen Books da Queen e também na Type Books e na She […]

Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
O “eu não sou jurista” é sempre seguido de um “mas”.
o Polígrafo continua a achar que António Costa é presidente da Comissão Europeia.
A sério? As pessoas? Talvez. Políticos? Olhe que não.
deve entender-se do ponto de vista metafórico e não literal.
“Confrontos no 25 de Abril: rapaz de 13 anos identificado entre os agressores da extrema-direita.”
mas não foi ele quem introduziu o teto.

O que será “um golo de grande *espetacularidade“? Efectivamente, foi um golo espectacular. De grande espectacularidade seria mau. De grande *espetacularidade, então, teria sido péssimo. Felizmente, do ponto de vista estético, foi espectacular.
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
O Dr. Carlos Costa é incompetente, tal como já o era o Dr. Vítor Constâncio. Aqui, a sua incompetência nada tem a ver com a sua maior ou menor competência técnica como economista. Isso nunca esteve em causa. Tem sim a ver com a forma como ele impõe aos bancos as regras da regulação e as faz cumprir à risca, usando todos os meios ao seu dispor.
Toda a gente está farta de saber que o Senhor não pode ser demitido, a não ser por uma falha grave.Este conceito é muito abstracto porque não está tipificado. Quem determina as falhas graves é o governo português, mas depois de consultado o BCE, que pode discordar dos argumentos apresentados.
No presente, com Portugal a sair dos procedimentos de deficites excessivos, começando a resolver os problemas do sistema financeiro, que tinham sido atirados para baixo do tapete, de estarmos de facto a ser mais credíveis aos emprestadores de “carcanhol”, demitir o governador, para lá colocar outro incompetente igual, acho um erro.
A não ser que o queiram promover como fizeram ao Dr. Constâncio?
Agora, percebe-se que ao PS dá-lhe jeito manter esta pressão sobre Carlos Costa, ainda que ela venha mais dos seus parceiros de coligação. Carlos Costa está umbilicalmente ligado ao anterior governo, em particular ao trio, Maria Luiz Albuquerque, Passos Coelho, e Cavaco Silva, esse “iluminado escritor”, que conseguiu nas vésperas da falência do novo banco, dizer que o BES era seguro e recomendava-se.
Manter esta agenda viva, e andar com ela a rolar pelas comissões de inquérito, dá muito mais jeito à esquerda do que os sms de Centeno.
…dizer nas vésperas da falência do BES, que este era um banco seguro e recomendava-se…
‘Nunca me engano e raramente tenho dúvidas’ Quem ousa duvidar de tamanha sapiência?! Que interessa que não soubesse quantos eram os cantos de ‘Os Lusíadas’? Mas em compensação, em economia, ninguém, nem aqui, nem ao redor do mundo, lhe levava a palma E então quando o homem de Boliqueime ‘falava oralmente’ era um livro aberto. Ditosa Pátria…