Pecados da Igreja


Pecados_da_Igreja

“O pecado é tão antigo quanto a Igreja pois esta é feita de homens com as mesmas tentações e fraquezas de todos os outros. E a Igreja Portuguesa não é exceção. Com um estilo ligeiro mas sustentado numa investigação meticulosa, Secundino Cunha revela-nos os acontecimentos que marcaram negativamente a Igreja portuguesa nos últimos 20 anos, abalando populações e incendiando o país.
Casos de padres que cederam à tentação do amor, narrativas de desventuras e vinganças, histórias de revoltas populares e fugas atribuladas por paixão que deram origem a calvários sem fim. E, claro, não poderiam faltar os famosos contos do vigário. Venha descobrir e deleitar-se com uma Igreja Católica Portuguesa que nunca imaginou, e os desafios diários que ela enfrenta na luta eterna entre a virtude e o pecado”.

Comments

  1. Vai lá vai !. says:

    Muito, antes de haver igreja católica já havia pecado… Graças a Deus.
    Já quando a Eva comeu a maçã da árvore proibida foi um grande pecado…
    Aquilo é era uma marota! (Danada prá brincadeira.)

  2. joão lopes says:

    se o pecado é tão antigo como a igreja,então o pecado só tem 2.000 anos…e com já viviam homens na iberia há pelo menos 400.000 anos,entao os homens foram felizes durante 398.000 anos…

  3. Rui Naldinho says:

    Não sei o que poderemos encontrar neste livro de Secundino Cunha.
    A Igreja não deixa de ser um pouco como o PCP. Uma instituição com paredes de vidro. Só que os vidros são tão fumados, que se torna difícil olhar lá para dentro, e perceber que é a vida eclesiástica.

    Há cerca de dois anos esteve em exibição um filme em Portugal, com o título “O clube” . Um filme Chileno, de Pablo Larrain. Este é um país muito católico.

    “Para onde vão os padres pedófilos? Depois de serem excomungados pela Igreja, rejeitados por Deus.
    Onde vão parar os padres e freiras que abusam de crianças, batem em jovens, praticam a adoção ilegal?
    Eles vão parar em “El Club”, uma mistura de casa de repouso, internato e prisão, onde os indesejados tentam seguir os ensinamentos divinos, mas são impedidos de entrar em contato com o mundo externo. Este é o ponto de partida do fascinante filme de Pablo Larraín. A narrativa demora para revelar que os cinco homens e uma mulher são de facto autoridades cristãs. Afinal, eles não se vestem com trajes religiosos, pouco falam sobre Deus, bebem, apostam em corridas de cachorros. Mas, a partir de uma chocante cena inicial, a história toma o tempo de apresentar cada uma dessas pessoas, cujos passados dúbios são insinuados ao espectador.
    Como outras sociedades, esta micro comunidade também lida com medos e pressões externas. A polícia, no caso, é representada por um padre jovem, imagem de uma vertente pragmática e capitalista da religião. Ele invade a casa, cria novas ordens, e tenta encontrar indícios suficientes para fechar estas e outras instituições do gênero, que afinal, ainda são mantidas com o dinheiro da igreja. Já a delinquência é representada por um mendigo visivelmente perturbado, que narra aos gritos, diante da casa onde moram os padres, todos os abusos sexuais que sofreu, com riqueza de detalhes. “

  4. martinhopm says:

    E neste livro fala-se da ‘história’ do cónego Virgínio Tribanas pertencente à diocese de Beja?

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