António Costa tem de explicar


Completamente de acordo com a grande Mariana Mortágua e com essa criaturinha adorável que dá pelo nome de João Galamba. As provisões do Banco de Portugal devem estar ao serviço das políticas públicas.
Agora que o Grupo de Trabalho fez o seu (excelente) trabalho, cabe ao primeiro-ministro António Costa explicar se concorda ou não com as suas conclusões: as provisões, a reestruturação da dívida, etc.
É que, se não concordar, tem de explicar por que razão é contra um conjunto de soluções que reduz a dívida pública para cerca de 90% do PIB. E se for contra, terá de arcar com as responsabilidades da sua decisão.

Comments

  1. costa concorda. a questão é se o deixam concordar e decidir de acordo com isso. ou pensam mesmo que o governo de portugal está sem grilhetas?

  2. JgMenos says:

    Pois…a distribuição está lenta!

    • José Fontes says:

      Olharapo JgMenos:
      E a distribuição de inteligência quando tu nasceste estava a zero.
      E o pior é que não tens consciência disso.

    • José Peralta says:

      Que parte do artigo de Mariana Mortágua, o “menos” não percebeu ?

      • José Fontes says:

        José Peralta:
        O olharapo JgMenos não percebeu a parte antes de o artigo começar nem a parte depois de o artigo acabar.
        Quanto ao artigo não o leu porque para comentar não precisa de ler, o Passos deu-lhe uma cassete para ele responder a tudo o que aqui aparecer (e no Ladrões de Bicicletas também, são os dois blogues que vigia).
        Só isso justifica a indigência dos seus «comentários» (comentários entre aspas, como é evidente, a bosta que ele aqui deixa nãom chega a esse estatuto).

  3. E já agora pergunte ao Láparo, ao Passos aldrabão Coelho, se ele concorda.

  4. José Peralta says:

    Ricardo Ferreira Pinto

    Para já, e repito, para já, a explicação exigida pela Mariana Mortágua, é dirigida ao “morto-vivo” coelho !

    E Costa concordar ou não, parece-me assunto extemporâneo…

    Mas, é claro, a minha opinião não “prejudica” a sua !

    • Ricardo Ferreira Pinto says:

      Claro, cada um tem a sua opinião e são ambas válidas.
      Para si, o que interessa é a opinião de quem não manda nada e está politicamente morto.
      Para mim, o que interessa é a opinião do único que pode decidir sobre este assunto.

      • José Peralta says:

        Está enganado ! Para mim o que interessa e muito, é a explicação que Mariana Mortágua exige ao “morto” !

        Porque, neste momento, não é ao Costa que ela pede explicações !

        E a seu tempo, tempo virá !

  5. Ricardo Almeida says:

    Há uma verdade que é inegável e infelizmente incontornável: a dívida pública portuguesa é insustentável.
    Nestas questões tenho que me render a quem realmente percebe do assunto, mas na minha humilde posição de leigo, acho que não é preciso ser um génio das finanças para concluir que uma dívida de 129% do PIB nacional seja ruinosa a curto, médio e longo prazo.
    A pergunta que faço é: se já se identificou a dívida pública como o maior entrave ao investimento e desenvolvimento nacional, além de funcionar como um sorvedouro de recursos nacionais só em juros de mora, não seria de esperar que, pelo menos, o controlo desta fosse uma das prioridades do governo actual? Pelo que é inferido no artigo, parece ser apenas prioridade para parte do governo, pela figura da Mariana Mortágua e do João Galamba. O resto da malta parece não estar muito preocupada com o assunto. Já nem vou às desilusões do Sr. Pedro. Até porque a Mariana não tem que explicar nada a quem mal consegue atar os próprios sapatos…

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