Ou havia dúvidas?
Desfile do Enterro da Gata em Braga, 17 de Maio de 2017.
© FB Alex Liberall
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Ou havia dúvidas?
Desfile do Enterro da Gata em Braga, 17 de Maio de 2017.
© FB Alex Liberall

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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a praxe é merda.
Pena não aparecer o focinho da “gata” e dos “donos”…
Que momento de “ternura e amizade pelos animais”…
Eu “devia” esperar que a “sociedade protectora”, vulgo Reitorias, actuasse em conformidade. Mas ao que me “habituei” a esperar, são atitudes complacentes, cooperantes, cúmplices, com os “animais” !
E bem vejo, no relvão da Alameda D. Afonso Henriques, contíguo ao Instituto Superior Técnico ou no Rossio, em Lisboa, hordas, melhor dizendo, manadas de quadrúpedes amorfos, servis e asininos,, sujeitando-se às mais torpes humilhações, na “esperança” canalha de “no próximo ano, sou eu a vingar-me nos caloiros…
Estou de acordo ! A “praxe” integra…
Tem que se acabar com isto à porrada.
Não sei o que mais execrar: a falta de carácter dos 3 participantes ou a naturalidade indiferente com que os restantes encaram o triste espectáculo.
No entanto haja alguma esperança… constou-me que há cursos em que a maioria dos caloiros não alinham nestas canalhices a que chamam praxe.
Aguardamos que alguma instituição universitária proíba: os alunos de comparecerem mascarados de estudantes de capa preta nas instalações da Universidade, idem os professores, de chapéu capa e outras palhaçadas. O folclore de uns está ligado ao dos outros, e a humilhação está ligada à roupa: se não estivessem mascarados talvez a polícia ou alguém interviesse, ou os próprios não vissem interesse no espetáculo. É claro que a reitoria não pode impedi-los de andarem mascarados na rua, mas se o proibir nas instalações da Universidade é um começo. Depois queixem-se no dia em que aparecerem muçulmanas de véu.
Sim ! Mascarados, porque “o traje académico”, tem origem lá para o Séc. XVI e nas batinas eclesiásticas, dada a influência do Clero, no Ensino !
E, até por isso, já não deveria manter-se na actualidade, porque se manifesta como uma “hierarquia” que permite os atentados à dignidade humana, alguns do mais abjecto e criminoso sadismo que já provocaram mortes !
“O traje representa humildade, respeito e fraternidade e trajados todos são iguais, distinguindo-se os praxistas, apenas pelo seu carácter, dedicação e brilhantismo intelectual”(!?)
O que me remete para a “humildade, respeito e fraternidade” da maioria das cavalgaduras “praxistas” contra os “praxados”, como se vê no revoltante vídeo.
Por outro lado, é vê-los e vê-las, nos tempos de hoje, numa “tradição” completamente obsolecta, orgulhosamente, estóicamente a “aguentarem” a tortura do “fôrno” e a queimarem os neurónios com temperaturas de 30º…