Ou havia dúvidas?
Desfile do Enterro da Gata em Braga, 17 de Maio de 2017.
© FB Alex Liberall
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Ou havia dúvidas?
Desfile do Enterro da Gata em Braga, 17 de Maio de 2017.
© FB Alex Liberall
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

A primeira parte foi dos Buzzcocks. Se desacelerarmos o Ever Fallen in Love (With Someone You Shouldn’t’ve, tocado em Cascais, obtemos o The Only One dos Gun. Efectivamente. Mais uma para a colecção.
um estádio com cobertura. Acabe-se com esta palhaçada, de uma forma ou outra e de uma vez por todas. Como sabemos, dinheiro não falta.
«O Benfica é o meu clube do coração, mas apaixonei-me pelo FC Porto»
—João Manuel Pinto
Cruzes. Credo. Canhoto. Que os deuses nos livrem.
Por esse motivo, Cristiano Ronaldo não jogou na *seleção. Despediu-se hoje da seleCção. Em português europeu. Efectivamente, ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

a praxe é merda.
Pena não aparecer o focinho da “gata” e dos “donos”…
Que momento de “ternura e amizade pelos animais”…
Eu “devia” esperar que a “sociedade protectora”, vulgo Reitorias, actuasse em conformidade. Mas ao que me “habituei” a esperar, são atitudes complacentes, cooperantes, cúmplices, com os “animais” !
E bem vejo, no relvão da Alameda D. Afonso Henriques, contíguo ao Instituto Superior Técnico ou no Rossio, em Lisboa, hordas, melhor dizendo, manadas de quadrúpedes amorfos, servis e asininos,, sujeitando-se às mais torpes humilhações, na “esperança” canalha de “no próximo ano, sou eu a vingar-me nos caloiros…
Estou de acordo ! A “praxe” integra…
Tem que se acabar com isto à porrada.
Não sei o que mais execrar: a falta de carácter dos 3 participantes ou a naturalidade indiferente com que os restantes encaram o triste espectáculo.
No entanto haja alguma esperança… constou-me que há cursos em que a maioria dos caloiros não alinham nestas canalhices a que chamam praxe.
Aguardamos que alguma instituição universitária proíba: os alunos de comparecerem mascarados de estudantes de capa preta nas instalações da Universidade, idem os professores, de chapéu capa e outras palhaçadas. O folclore de uns está ligado ao dos outros, e a humilhação está ligada à roupa: se não estivessem mascarados talvez a polícia ou alguém interviesse, ou os próprios não vissem interesse no espetáculo. É claro que a reitoria não pode impedi-los de andarem mascarados na rua, mas se o proibir nas instalações da Universidade é um começo. Depois queixem-se no dia em que aparecerem muçulmanas de véu.
Sim ! Mascarados, porque “o traje académico”, tem origem lá para o Séc. XVI e nas batinas eclesiásticas, dada a influência do Clero, no Ensino !
E, até por isso, já não deveria manter-se na actualidade, porque se manifesta como uma “hierarquia” que permite os atentados à dignidade humana, alguns do mais abjecto e criminoso sadismo que já provocaram mortes !
“O traje representa humildade, respeito e fraternidade e trajados todos são iguais, distinguindo-se os praxistas, apenas pelo seu carácter, dedicação e brilhantismo intelectual”(!?)
O que me remete para a “humildade, respeito e fraternidade” da maioria das cavalgaduras “praxistas” contra os “praxados”, como se vê no revoltante vídeo.
Por outro lado, é vê-los e vê-las, nos tempos de hoje, numa “tradição” completamente obsolecta, orgulhosamente, estóicamente a “aguentarem” a tortura do “fôrno” e a queimarem os neurónios com temperaturas de 30º…