A Praxe integra


Ou havia dúvidas?
Desfile do Enterro da Gata em Braga, 17 de Maio de 2017.
© FB Alex Liberall

Comments

  1. ganda nóia says:

    a praxe é merda.

  2. José Peralta says:

    Pena não aparecer o focinho da “gata” e dos “donos”…

    Que momento de “ternura e amizade pelos animais”…

    Eu “devia” esperar que a “sociedade protectora”, vulgo Reitorias, actuasse em conformidade. Mas ao que me “habituei” a esperar, são atitudes complacentes, cooperantes, cúmplices, com os “animais” !

    E bem vejo, no relvão da Alameda D. Afonso Henriques, contíguo ao Instituto Superior Técnico ou no Rossio, em Lisboa, hordas, melhor dizendo, manadas de quadrúpedes amorfos, servis e asininos,, sujeitando-se às mais torpes humilhações, na “esperança” canalha de “no próximo ano, sou eu a vingar-me nos caloiros…

    Estou de acordo ! A “praxe” integra…

  3. Luís Neves says:

    Tem que se acabar com isto à porrada.

  4. Não sei o que mais execrar: a falta de carácter dos 3 participantes ou a naturalidade indiferente com que os restantes encaram o triste espectáculo.
    No entanto haja alguma esperança… constou-me que há cursos em que a maioria dos caloiros não alinham nestas canalhices a que chamam praxe.

  5. Paulo Só says:

    Aguardamos que alguma instituição universitária proíba: os alunos de comparecerem mascarados de estudantes de capa preta nas instalações da Universidade, idem os professores, de chapéu capa e outras palhaçadas. O folclore de uns está ligado ao dos outros, e a humilhação está ligada à roupa: se não estivessem mascarados talvez a polícia ou alguém interviesse, ou os próprios não vissem interesse no espetáculo. É claro que a reitoria não pode impedi-los de andarem mascarados na rua, mas se o proibir nas instalações da Universidade é um começo. Depois queixem-se no dia em que aparecerem muçulmanas de véu.

    • José Peralta says:

      Sim ! Mascarados, porque “o traje académico”, tem origem lá para o Séc. XVI e nas batinas eclesiásticas, dada a influência do Clero, no Ensino !

      E, até por isso, já não deveria manter-se na actualidade, porque se manifesta como uma “hierarquia” que permite os atentados à dignidade humana, alguns do mais abjecto e criminoso sadismo que já provocaram mortes !

      “O traje representa humildade, respeito e fraternidade e trajados todos são iguais, distinguindo-se os praxistas, apenas pelo seu carácter, dedicação e brilhantismo intelectual”(!?)

      O que me remete para a “humildade, respeito e fraternidade” da maioria das cavalgaduras “praxistas” contra os “praxados”, como se vê no revoltante vídeo.

      Por outro lado, é vê-los e vê-las, nos tempos de hoje, numa “tradição” completamente obsolecta, orgulhosamente, estóicamente a “aguentarem” a tortura do “fôrno” e a queimarem os neurónios com temperaturas de 30º…

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