A verdadeira falência do Estado


Dias Loureiro foi, durante anos, suspeito de ser responsável por prejuízos de milhões no banco. Reve lações de uma investigação arquivada (Sábado)  

A incapacidade de julgar e condenar a corrupção é o expoente máximo da falência de um estado. 

Comments

  1. Rui Naldinho says:

    Meu caro, desengane-se.
    O Estado não está minimamente preocupado com o Dias Loureiro, Oliveira e Costa, Duarte Lima, Isaltino Morais, Zeinal Bava, Jorge Tomé, Henrique Granadeiro, Valentim Loureiro, Ricardo Salgado, Paulo Portas, etc, etc
    O Estado só está preocupado com o José Sócrates. E com os pretensos vinte milhões. Os outros milhares de milhões, já fazem parte da nossa divida. Por que razão havia de interessar?
    “Jorge, vai ver que no dia em que ele for condenado, será um alivio! Nunca mais vamos ter Ricardos Salgados, Dias Loureiros, Olveiras e Costas, Granadeiros, Bavas, Isaltinos, Portas”. Ficaremos definitivamente curados de todos os nossos males” Uma espécie de milagre justiceiro.
    “Portugal resume-se a um sacana. O resto são todos bons rapazes.”

  2. Compreende-se a ideia, mas tenho para mim que “os casos” são idênticos”.
    Qual a diferença entre o que é atribuído a Socrates e aos outros?
    Do ponto de vista da conduta humana para mim são idênticos: megalomania, vaidade soberva, mitomania…
    Cometeram crimes? Não sei…O aparelho de justiça que faça o seu trabalho

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