Diz que a Geringonça…

… vai ser substituída pela PANs & Company.

Comments


  1. Parece que havia deputados do PS com medo do PAN…

    • Carlos Almeida says:

      Os do PCP, como defensores do espectáculo medieval chamado “touradas” é que deviam ter medo do PAN e tinham razão para isso. Têm um apêndice chamado PEV que nem coragem teve para contrariar o núcleo.
      É claro que uns patetas alegres no PS também deveriam ter medo, mas esses são uma minoria.


      • Aconselha a sensatez que, antes de se escrever disparates publicamente, se consulte uma coisa chamada… internet? Porque bastariam três segundos e não se fariam “cenas de urso”.

        As touradas tiveram o voto favorável do CDS, PSD, PS, PCP, e o voto contra do PAN, BE e PEV.

        E por certo que tem andado muito desatento ao que se passa no parlamento porque, por exemplo:
        – o PEV votou contra o PCP aquando do voto de condenação da prisão dos ativistas angolanos;
        – o PEV votou contra o PCP aquando da votação do glifosato; – o PEV votou contra o PCP aquando da votação sobre a participação de menores nas touradas….

        • Carlos Almeida says:

          O PEV, satélite do PCP, não existe como partido independente, como toda a gente sabe.
          O resto que indicou é o faz de conta.
          Que se cuidem com o PAN

  2. Rui Naldinho says:

    Já vi um queijo Limiano, acabar num pântano de desilusões. Mas quem não aprende, só merece mesmo castigo!

    • Fernando Antunes says:

      Não sei qual o receio.

      Duvido muito que os deputados eleitos pelo PAN cheguem para o PS para formar maioria, ou seja, o PS continuará a necessitar da Catarina Martins. A meu ver, uma Geringonça sem um partido que apoia regimes ditatoriais como Coreia do Norte e Angola, ou de capitalismo centralizado (e sem o mínimo respeito pelo meio ambiente e pelos direitos humanos) como a República Popular da China, é uma Geringonça melhorada.

      Aliás, dará maior margem de progressão a essa mesma Geringonça, pois o PCP, preso estatutariamente ainda aos compromissos do Pacto de Varsóvia, seguramente não cresce mais junto das novas gerações, e mostra continuamente estar do lado errado da História, como nas vezes em que não esteve ao lado do PAN e do BE (contra a prospecão de petróleo na nossa costa; contra o financiamento público das touradas, as quais seriam impossíveis de manter sem as isenções fiscais, pois claramente não geram receitas suficientes; e etc etc)

      • Rui Naldinho says:

        Sou contra as touradas. Vi uma na vida, ao vivo, na velhinha praça de touros da Nazaré, vai para 40 anos.
        Agora, imagine que o BE, em vez de um partido urbano, um partido fortemente implantado no Ribatejo e Alentejo, como foi e ainda é o PCP, tendo várias autarquias nessas regiões, a dizer mal das touradas?
        Quanto à Coreia do Norte ou Angola, estou de acordo. Mas depois de ver o PSD e o CDS a querem ligar-se ao MPLA, já não sei se tudo aquilo na passa de pura hipocrisia.
        Eu também não acredito que o PAN tenha votos suficientes para fazer uma coligação majoritária com o PS. Que os socialistas sejam tentados, não duvido.

      • Paulo Marques says:

        uma Geringonça sem um partido que apoia regimes ditatoriais

        Fico à espera que Santos Silva diga qualquer coisa sobre Angola ou a Arábia Saudita também…

        ou de capitalismo centralizado

        O novo (lol) proteccionismo alemão também conta?

        e sem o mínimo respeito pelo meio ambiente e pelos direitos humanos

        Desde que os países não sejam EUA ou Israel. Ou a Rússia, por causa do jeito que o gás faz à Alemanha.

        O que vale é que os erros do PCP valem sempre mais do que os dos outros (e digo-o sem ter chegado a ser seu eleitor).

        • Fernando Antunes says:

          Por acaso, essas referências caem todas elas em saco roto, pois que eu saiba o Bloco tem criticado várias vezes a liderança Alemã da União Europeia, bem como a oligarquia de Angola, o apartheid de Israel ou o intervencionismo militar dos EUA, para não falar da saída dos Americanos do Acordo de Paris sobre as alterações climáticas.

          Era essa a diferença entre uma esquerda de princípios e o PCP que eu quis apontar. Quando se fala de esquerdas o Santos Silva (ou o PS) não são tidos nem achados, portanto o seu comentário nem faz sentido.

  3. Paulo Marques says:

    A minha consideração acaba de subir; se a reacção os apelida de “radical, totalitário e populista” é porque é gente boa.

  4. Fernando Manuel Rodrigues says:

    Só não percebo é porque os partidos de direita que vão aparecendo são apelidados “populistas” e este PAN, ou o BE não são “populistas”.

    Para mim são tão populistas uns como outros.


    • Os partidos que não são populistas são os que não elegem deputados.


    • Acontece que o termo “populista” quando aplicado á direita não passa de um eufemismo de outro termo que hoje em dia parece um palavrão.
      É que alguma direita anti-politicamente correta aprecia muito usufruir dos confortos do politicamente correto embora se recuse a assumi-lo

    • Paulo Marques says:

      São modas que permitem aos jornalistas parecer que dizem alguma coisa enquanto repetem o que lhes mandam; ou pior, já foi tão lavada que tudo o que é diferente é horrível.

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