O “sistema” em defesa de André Ventura: o caso de Miguel Relvas

Disse Miguel Relvas, a propósito da integração da extrema-direita num governo PSD:

A verdade é que  há um grande preconceito por parte da comunicação social e do país em relação ao discurso do CH e à imagem do CH.

Mas Relvas não partilha desse preconceito. Aliás, não lhe repugnaria ver o CH integrado num governo PSD. Se dúvidas restassem sobre a capacidade da elite capitalista em acolher a extrema-direita nos seus braços, Relvas foi claro e transparente a esse respeito. Coisa que Montenegro, entre uma dissimulação e outra, não conseguiu ainda ser, apesar de ser evidente, o caminho que pretende seguir.

P.S: Se André Ventura é tão “antissistema” como afirma ser, estou certo que rapidamente se afastará deste endorsement. Ou expõe ainda mais a sua hipocrisia e a falsidade da sua narrativa.

Comments

  1. JgMenos says:

    Ri-te, ri-te…
    Vamos ter que aturar esta palhaçada por todo o tempo em que a cambada esquerdalha justificar a sua cretinice com a necessidade de defesa do inimigo externo, o fassismo.
    Fazem porra nenhuma que não seja parasitar toda a actividade económica e proclamarem-se explorados enquanto mamam no orçamento.

    • POIS! says:

      Pois é!

      Fassem do inimigo o fassismo. Porque se lembram bem da velha mássima:

      “Eu fasso, tu fasses, eles fassem um Estado fassista! Viva Salassar!”.

      Crusses canhoto!

    • Paulo Marques says:

      Ó, não, o inimigo é bem interno, como bem gostam de demonstrar com frequência com apelos à violência e ao ostracismo, até o querido Menos e companhia aqui, com a maior das naturalidades. Sem esquecer os apoios ao parasitismo rentista do bem, claro.

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