José Manuel Fernandes, um especialista em fazer brioches, um briochista, portanto.
Reductio ad Estalinum
Não havendo argumentos, indicador esticado e grita o engenheiro Cunha: agarra qué comuna!
Antropofagia mental
Brindou-me o professor do ensino básico mas não colocado que antes foi astronauta não colocado Vítor Cunha com um artigo em resposta a um comentário meu, feito nesta casa. A “argumentação” é a do costume ou os tratamos bem ou os investidores fogem, e eles é que criam emprego, os beneméritos, há que erguer estátuas, tão bonzinhos que eles são, patatipatatá. No meio compara o gasto em putas, carros e automóveis topo de gama com o dispêndio de quem vive do salário mínimo em necessidades básicas, mas quanto a isso estamos habituados, e hoje não me apetece repetir o vai viver com o salário mínimo durante seis meses e depois falamos.
Pareceu-me uma boa ideia, isto de ir aos comentários, e mais uma vez me inspira, mas como já é tarde limito-me a republicar o que escreveu, a minha opinião ficou no título: [Read more…]
Lendas e narrativas
A insistência na mentira dos salários e pensões começa a ser anedótica.
Aventar, cinco anos
O nosso obrigado aos 5 693 255 visitantes mal contados pelo sitemeter, a 30 de Março de 2009 o Aventar expunha ao vento, arejava, segurava pelas ventas, farejava, pressentia, suspeitava e chegava.
O nome certo é nazismo
Equivalências segundo Vítor Cunha:
Entra a Alemanha na dança e a densidade do azeite comprova uma velha lei da física. É a sua música.
Ingratos
A direita que tanto apreciou o exílio no Brasil, não quer acolher sírios. Tá mal, nunca se sabe quando voltam a precisar.
Vantagens de o SCP estar no primeiro lugar:
O William Carvalho, perdão, o maradona escreveu um post.
Frases que impõem respeito
O anonimato é o estado em que se pretende ocultar a identidade. A pseudonímia é o estado em que se acrescenta uma identidade à identidade. Assim, “Miguel Torga” não pretende ocultar a identidade Adolfo Correia da Rocha, está antes a acrescentar-lhe uma nova dimensão. Isso quer dizer que o “Miguel Abrantes”, um pseudónimo, não está a impedir o acesso à identidade que o criou – está é a dominar o modo como se dá esse acesso. E é por isso que ela, a identidade primeira, é conhecida de vários cidadãos. O facto de o Fernando Moreira de Sá considerar que um autor é anónimo apesar de assinar os seus textos e ser o responsável pelo seu canal de comunicação revela algo é a respeito de si próprio. Por exemplo, que não tem pinta, ou cabeça, para sequer descobrir como ter o prazer e a honra de apertar a mão do Miguel.
Valupi, pseudónimo, em directo de Rilhafoles.
A Alice, o churrasco e a distopia
Tal como a minha avó, protesto o fim do que me era familiar, do que me era integral (…) a ler
Moscas
O meu amigo Carlos Fonseca incomodado. Insecto da época, Carlos, no Inverno pouco voam embora fiquem sempre as larvas.

Blogues à esquerda
Dois novos, Linhas da Ira e L´obéissance est morte. Ambos se recomendam.
Inquérito eleitoral, Autárquicas 2013
No decorrer da campanha eleitoral, o Aventar, aproveitando recursos do concurso de blogues que realizamos há dois anos, vai promover um inquérito, que tecnicamente não é uma sondagem sobre as eleições autárquicas.
Democracia sim, mas a minha
Anda a blogo-direita histérica por ter encontrado uma frase, com meses, de um deputado do PCP, perfeitamente óbvia e natural, basta não acreditar no fim da história para a entender. Ao mesmo tempo e nos mesmos espaço, no meio dela encontro esta afriamção, fresquinha, de Luís Naves:
Uma democracia implica muitos outros elementos, tais como mercado livre, imprensa plural, diversidade de opiniões,
A ideia de que só há democracia com “mercado livre“, muito respeitável no séc. XIX, vale no séc. XXI a responsabilidade directa pela crise europeia e não só: foi a liberdade dada aos mercados financeiros que a produziu, no dominó da salvação dos bancos e outros fundos mais que tóxicos. O resto é propaganda de treta. Mesmo que assim não fosse temos de convir que é um sentido muito restritivo de democracia: e se o povo votar contra o livre mercado, optando por um pacato programa social-democrata? não é democracia? e se amanhã o PCP for o partido mais votado, não pode formar governo, chama-se a NATO?
Vindo de quem recentemente defendeu com unhas e dentes Viktor Órban, o proto-nazi húngaro não nego que eleito mas questiono em que condições de “imprensa plural” (habitual sinónimo de pluralmente na posse dos donos dos mercados, como entre nós), não será de espantar. Depois admirem-se de a história continuar no sentido de um dia levaram com um safanões na propriedade privada, essa deusa que só não se adora quando se trata de arcar com o prejuízo bancário dos que nos têm governado.
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Como resgatar os parabéns
Todos os dias as pessoas têm de dar os parabéns a alguém no facebook.
A solução do Jorge Daniel.
Futilidades
A Raquel Varela é do PCP, e temos “os países (…) com ideologia próxima do bloco“. Coisas da moda.
O repouso do guerreiro
Sempre certeiro, e após denunciar Inês Gonçalves, mais uma perigosa comunista infiltrada no ensino secundário, Vítor Cunha retempera forças preparando-se para novo combate.
João Pinto e Castro, RIP
Algures neste blogue repousam umas trocas de mimos a tender para o vernáculo entre alguns de nós e o João Pinto e Castro, algumas minhas, é para isso que cá andamos.
Divergências à parte tratava a língua portuguesa com mestria e tinha um sentido de humor notável.
Ficarei para sempre com a tristeza de nunca o ter conseguido convidar para o BiTri.
A mentira é a pose natural de um blasfemo, a calúnia também
Depois de ter lido um qualquer manual do KGB, Vítor Cunha decidiu que Inês Gonçalves, autora de um texto que publicámos, “parece corresponder à descrição de um tipo de meia-idade com bigode.”. Apontou o dedo canalha para um perfil no Facebook que diz aberto em Janeiro deste ano. E continua feito soviético a achar que o que ele vê nesse perfil é o que lá está.
A Inês está no Facebook desde 29 de Agosto de 2009, 5 meses depois do Vítor Cunha. E tem fotografias pessoais, gostos musicais e muitos outros, “bikinis, motas ou verniz garrido para as unhas” não me parece, mas nem todos os jovens terão os mesmos gostos pessoais do Vítor Cunha.
Vítor Cunha, que mal chegou a blasfemo-mirim decidiu seguir-me no Facebook o que deve fazer parte de um curioso ritual iniciático que com curiosidade retribuí, não desconhece que esta rede tem níveis de privacidade e que eu posso ler nos perfis dos amigos dos meus amigos coisas que ele talvez não veja, mas nunca uma data em que mentiu. Lá acreditou que os seus leitores iriam ter acesso ao mesmo perfil reduzido que eventualmente ele terá visto.
Mentiu ao nível do sénior José Manuel Fernandes que hoje no Público descobre armas de destruição massiva nas sedes dos sindicatos, promove o bigode do Màrio Nogueira ao estatuto de bigode do Sadam e se embrulha como de costume, mas a esse já estamos habituados. Fez escola, e numa coisa a cópia é ultrapassa o criador: não tenho encontrado no Vítor Cunha a mesma falta de habilidade em lidar com a língua portuguesa. Valha-nos a forma, o conteúdo calunioso é exactamente o mesmo.
O MEC foi para a reforma, o Rui Rocha está no activo
A última vez que li tão bem explicadinho o ser português foi na década de 80, e mais não digo. Leiam.
E viva a decência
Neste caso do Alexandre Homem Cristo que induzido em erro, corrigiu.
É isto
ganhar o salário mínimo é melhor do que estar desempregado, estar no gulag é melhor do que estar morto, ser português é melhor do que ser somali, viver na brandoa é melhor do que viver em damasco, lavar casas-de-banho é melhor do que trabalhar em desminagem, ter um marido ciumento é melhor do que ser mulher em kandahar, ser insultado pela maria teixeira alves é melhor do que ser espancado por um skin, viver na carregueira é melhor do que estar preso no carandiru, viver com o passos coelho é melhor do que viver com dois pais, digamos um mobutu e um mugabe (há correntes), estar a recibos verdes é melhor do que ser escravo na Mauritânia vestir uma blusa over it é melhor do viver numa dama de ferro. Espero que o miúdo passe factura das vendas na internet.
Aforismo
Alguns dos blogues mais citados são os que menos gostam de citar os outros. Pedro Correia.















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