“Há 6 milhões de pessoas em risco de morrer de fome e 200 mil em campos de trabalho, diz HRW”
Não foi á toa que o PCP já se adiantou e cedo começou a distribuir condolências.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
“Há 6 milhões de pessoas em risco de morrer de fome e 200 mil em campos de trabalho, diz HRW”
Não foi á toa que o PCP já se adiantou e cedo começou a distribuir condolências.
Um fotoblogue onde o olhar penetra a descoisificação do real, transcendendo-se na construção do socialismo pós-feudal.
Uma viagem ao coração, fígado e pulmões da República Popular Democrática de Coreia Chosŏn Minjujuŭi Inmin Konghwaguk, conhecida informalmente por Coreia do Norte.
the dear leader likes to look at things.
updated every other day and sometimes on the weekends too

É espantoso como a notícia ainda não chegou aos jornais portugueses (algum peso de consciência pelo 7-0?), e já anda por aí revista e aumentada, tanto em jornais espanhóis e italianos, como em blogues portugueses.
Segundo a Radio Free Asia (que não será exactamente uma fonte de confiança, antes aquilo que na gíria se chamava uma rádio da CIA) os jogadores norte-coreanos levaram com uma sessão de critica e auto-crítica de 6 horas mal chegaram a casa.
Como a Coreia do Norte vive num regime derivado ideologicamente do maoísmo parece-me perfeitamente credível. E com alguma experiência no assunto asseguro que 6 horas em crítica / auto-crítica dói, não é pouco e não é nas pernas.
Entretanto El País e La Repubblica já meteram o treinador em trabalhos forçados e transformaram uma cerimónia da religião oficial do estado norte-coreano em algo de mais exagerado. O verão quando nasce é para os jornais todos. Como curiosamente no Brasil (onde não é verão) alguns jornais citaram a notícia original correctamente, resta-me a curiosidade de ver como ela cá chega.
A maneira mais parva de combater uma ditadura é mentir sobre ela. A verdade chega perfeitamente.
Fiz um interregno nas minhas preocupações e fui ver o jogo na televisão.
Neste meu interregno resolvi escrever sobre ele (o jogo).
Escrever pouco, para não cansar quem me quiser ler.
Assim: [Read more…]
O seleccionador da Coreia do Norte tinha deixado em conferência de imprensa a sua vontade e a de todos os jogadores em ofercer a vitória ao querido líder. Sabemos que quem desagrada ao querido líder pode ter um problema grave às costas, desaparecer, ir para a prisão…
Não responde a perguntas políticas, um dos jornalistas perguntou-lhe quem é que escolhia a equipa, se ele, seleccionador, se o querido líder. Respondeu o senhor da FIFA, pergunta política, passa! Não reconhecer a existencia da Coreia do Sul é outra táctica, não futebolística, mas política.
E, depois, perder com uma equipa que ninguem conhece como o Brasil tambem não abona nada os perdedores que terão muitas explicações a dar ao querido líder ou então à família que está toda bem colocada no aparelho do Estado Norte Coreano!
Serão os mesmos, os jogadores que vão entrar contra este Portugal triste e medroso? Se os Coreanos perderem, acho que o melhor mesmo é nem pensarem voltar para perto das garras do querido líder!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

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Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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