Cristiano Ronaldo e a entrevista

Um jogador de futebol, provavelmente um dos melhores da história deste desporto, deu uma entrevista. Até aqui, nada de muito importante. Porém, antes mesmo da entrevista ter sido emitida, todo o cão e gato deu opinião sobre a dita. Já a tinham visto/ouvido? Não. Leram umas coisas no twitter (ainda existe?), viram umas linhas no facebook (uma magnífica fonte, como se sabe) e imediatamente tiraram conclusões. Os comentadores da bola “botaram” sentença. Os que amam o rapaz declararam o seu amor eterno. Os que o odeiam reforçaram o seu ódio. A jornalada (não confundir com jornalistas, essa espécie em vias de extinção) publicou umas coisas para procurar vendas e cliques. E essas “coisas” eram verdadeiras? Pergunta estúpida esta, como se isso nos dias que correm fosse importante. Frases retiradas do contexto? Resmas. Frases atribuídas ao jogador que afinal foram proferidas pelo entrevistador? Imensas. Frases que nem sequer foram proferidas? Demasiadas.

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O verão, o hão-de ver, o vereis e o heis-de ver

O AO90 e o jornal A Bola explicam a novela Bruno Fernandes/Manchester United et al.: «se ele não sair agora, vai certamente sair durante o verão».

Situações que irritam qualquer treinador

Minuto 4:32 – Zlatan Ibrahimovic entra na área pelas costas do jogador que lhe estava a fazer oposição. O médio ala norte-irlandês (nº8) vê a entrada na área do sueco e comunica à defesa (de costas para o sueco) que Zlatan entrou na área. Não marca o sueco (nem é de sua competência) mas também não é rápido a sair na pressão a Ander Herrera assim que Anthony Martial varia o jogo para a direita. O sueco passeia-se pela área sem ninguém lhe prestar atenção.

Dá-se o desconto pelo facto da situação ter acontecido aos 86″ quando o cansaço físico e psicológico dos jogadores do Southampton já era por demais visível. Mas, ignorar o perigo que representa Zlatan, ainda para mais nos últimos minutos de uma final, momento em que as equipas têm que possuir 200% de cautela?

Mourinho vai para o Chelsea?

A ser verdade a notícia, duvido!

Sou adepto do Manchester United desde pequenino

Só mesmo um escroquezito como André Villas-Boas para me obrigar a interromper o silêncio a que voluntariamente me propus desde há algumas semanas. E para começar, devo pedir desculpa a todos os portistas por este nojo que aqui postei em Maio.
Sinceramente, nada mais tenho a dizer acerca do farsolas. E não me venham com a história de que os jogadores e treinadores são profissionais e de que qualquer um faria o mesmo. Ninguém é obrigado a fazer juras de amor eterno, ninguém é obrigado a dizer que está na sua cadeira de sonho e que ficará onde está por muitos anos e enquanto o quiserem. Com portistas destes, realmente, não precisamos de inimigos. É que até Mourinho, que nunca escondeu que queria sair logo que possível, é mais portista do que o coiso que, não contente, ainda prepara o desmantelamento da equipa que Jesualdo Ferreira construiu.
Posto isto, resta-me declarar que sou adepto do Manchester United desde pequenino. Claro que quem diz Manchester United também pode dizer Arsenal, Manchester City, Everton, Tottenham e todos os clubes que jogarem contra o Chelsea.
Na sua ânsia desmedida de abraçar o pote, só o rapazinho não percebeu que, no fundo, não é mais do que uma criação de Pinto da Costa. E sabe-se o que acontece às criaturas quando lhes falta o criador. Porque tudo isto se resume, afinal, a algo que o João José Cardoso também disse no seu post. Preocupante, mesmo, era ver partir o Presidente. Que vão, que vão todos, que o FC Porto continuará a ganhar.
E agora, treinador para a próxima época? O Domingos está ocupado – é pena que o parvalhãozito não tenha decidido sair um mês antes – e é chato tirar o Leonardo Jardim ao Braga. Então quem? Ó pá, vão buscar o Cruyff, que está livre. Assim como assim, é só por um ano e o dinheiro que vem da máfia russa dá para pagar e sobra. E ainda ficamos, o que é muito bom, com um treinador que nunca virá com as patranhas de que está na sua cadeira de sonho, que é muito portista e que ficará ali por muitos anos.