Higgs: “O inventor de Deus”

Esta partícula tem dado «pano para mangas».

Tem muitos nomes: bosão de Higgs, “partícula de Deus”, divina partícula (como lhe chamou o provedor do leitor do Público, José Queirós) ou, ainda, “a maldita partícula” («the goddamn particle», na acepção do físico Leon Ledermann). A que eu gosto mais é mesmo de “partícula de Deus”! Muito mais poético!

Mas vamos onde eu quero chegar: ao homem que, em 1964, com apenas 34 anos, ” imaginou pela primeira vez a existência de uma partícula, a que hoje chamamos o bosão de Higgs ou a “partícula de Deus”, escreveu o jornalista Miguel Gaspar na Pública de ontem. Intitulou a sua crónica de «Peter Higgs O Inventor de Deus». E começou-a desta forma: “Todos os grandes passos foram um dia passos pequenos“. É que Higgs teve aquela genial ideia durante um passeio a pé no parque natural de Cairngorms, na Escócia.

Passaram-se 48 anos.

Higgs esperou quase meio século para ver a sua inspiração comprovada.

Uau! Esperar tantos anos. É admirável ter esta paciência e esta fé em si mesmo. Só por isto merecia o Nobel da Física!

Miguel Gaspar termina assim o seu texto também de elogiar: “O que seria de Deus (e do universo) sem os sonhos dos homens?”

Em tempo de férias, que tal um passeio a pé (ou vários)? Sabe-se lá se nos surge uma ideia brilhante, não digo para o conhecimento do Universo, claro, mas para as nossas vidas! Estamos a precisar!

O saber das crianças. Ensaio de antropologia da educação.

Crianças

.Crianças estudam baixo as árvores de Kongolote.

Kongolothe é um bairro da cidade e município moçambicano de Matola

Fonte: Monitoria e Avaliação da Estratégia de Redução da Pobreza (PARPA) de Moçambique 2006-2008, fotografado em 26 de Agosto de 2009

 O SABER DAS CRIANÇAS. ENSAIO DE ANTROPOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Texto baseado na minha investigação, na obra de Boris Cyrulnik [1]e outros atores. Dados retirados de trabalho de campo ou etnografia, do convívio com as pessoas, para os subsumir depois a teoria dos antropólogos ou etnologia, comparando factos com hipóteses a teoria Etologia Humana, como a entende Cyrulnik

o saber das crianças e a psicanálise da sua sexualidade (IV – Bibliografia)

Beethoven Eroica Variations, op 35

Bibliografia: [Read more…]

os técnicos informáticos

…para Bruno Sousa, que me assiste todo senhor… como ele é e Ricardo Santos Pinto também

um ténico informática que me assiste

Há apenas duas palavras que definem um técnico informático: são de utilidade pública!

Há muitos saberes, há muito ciência que podem existir na nossa cabeça, incluindo o famoso multiplicador de investimentos, criado pelo meu colega de Cambridge, Sir John Maynard Keynes. Fórmula difícil de entender, apenas ele sabia a chave para o investimento, incluído ao meu amigo, o seu discípulo Lord Kaldor. Quem ao entender: Y C cY I G A = + + + [Read more…]

Agradecimentos

agradecer colegas e amigos, um novo conceito nunca trabalhado

 Acabo de terminar a escrita de dois textos: Marx, um devoto luterano, de 228 páginas e meses de pesquisa, mais 180 de anexos que explicam as partes mais complexas do texto. Explicam porque sem relatar histórias de vida das personagens estudadas e as suas teorias, ninguém era capaz de entender as partes ocultas da vida do criador das ideias sobre o materialismo histórico. Foi preciso adiar outros compromissos de publicações, para acabar o livro. Quem mais colaborara comigo, foi a minha mulher, que fixara a sintaxes e a gramático do texto. Também, a paciência dos meus colegas dos blogues nos que normalmente escrevo todos os dias, a espera de sempre mais um texto. Agradeço essa bonomia. Pensava escrever sobre solidariedade para o Aventar do dia de hoje, mas uma mensagem que aparecera enviada por um colega amigo e respeitável como pessoa, fizeram-me pensar que solidariedade é um conceito muito trilhado e ultra conhecido, desde 1892, quando Émile Durkheim o definira no seu texto A Divisão do Trabalho Social.

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mis nietos

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como aprender siendo abuelo

Los vi ese día, todos ellos juntos, a hablarme por es maravillosa máquina llamada Skype. No son muchos, eran cuatro, uno se perdió al nacer, ese pequeño de una hora, que ahora vive en nuestras emociones y sentimientos. Como los otros tres, que están en nuestra presencia cuando es posible, y se pelean entre ellos para hablar con el Grand Pa, Oppa Daddy o el Abuelo, depende de su lugar de nacimiento y del idioma que hablen. [Read more…]

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