Olhó petardo bom e barato pa istoirar isto tudo já daqui a bocado

 

quem_quer_petardos_agosto2014

PESOAL, KEM KER PERTARDOS PA ISTOIRAR ISTO TD AMANHA? TAO SUPER BARATOS, 10 EUROS CAIXA KOM 10 PERTARDOS, APRUVEITAM AMIGOS. MANDEIM MENSAGEIM

[no Facebook do evento (ou será invento?) que começa daqui a pouco no Colombo, «o maior centro comercial da Península Ibérica» – espécie de slogan da epoca da sua inauguração]

O povo acordou no Brasil

Privatização dos recursos naturais

c92ad2d20524074dc14e124e1e3437c6Populações que procuravam defender recursos naturais locais foram agredidas por polícia de choque que protege interesses privados na região grega da Macedónia. A história começa em 1995. Mais aqui.

Guerra civil

Os búlgaros tomaram a rua com vassouras nas mãos e o Governo caiu. Preços da electricidade privatizada (entregue a grupos estrangeiros) despoletaram a subida de tom. Propostas cidadãs de alteração à Constituição e de escrutínio activo do sistema representativo estão agora em cima da mesa do povo búlgaro. “Nós temos dignidade e honra. Foi o povo que nos deu o poder” disse o primeiro-ministro búlgaro, acrescentando que não participará “num Governo quando a polícia bate no povo e as ameaças de protestos substituem o debate político”. Um clima de guerra civil (olhado com altaneira indiferença pela generalidade dos actuais governantes) espalha-se pela Europa das desigualdades. [Read more…]

Quando Cavaco Silva tentou governar pela força (1994)

PSD – História da Repressão (1989 – 2011)


Já estamos habituados. Em Portugal, a Direita Radical resolve os problemas sempre da mesma maneira quando está no poder: à bastonada. Foi assim durante o longo e estéril cavaquismo e continua, 20 anos depois, a ser assim. O actual primeiro-ministro não percebeu a lição.
Pedro Passos Coelho, já o disse aqui, está de cabeça perdida. A rua assusta-o de tal forma que a contestação ainda nem sequer começou a sério e, em apenas 5 meses, já adoptou a cartilha de Cavaco.
O que é grave: se num mini-ensaio do que vem aí a Polícia já começou a distribuir pancada a torto e a direito, imagine-se o que será quando todos começarem a sair para a rua. Quando isto estiver transformado numa nova Grécia.
O que fará então Pedro Passos Coelho?

Publicado originalmente no 5 Dias

A PSP faz a festa, lança os foguetes e recolhe as canas

(A prova de que os provocadores já tinham actuado em Outubro)

Dúvidas? Já não há.

Polícias secos contra polícias enxugados

“Os dois cidadãos que surgem identificados na primeira fotografia são elementos policiais pertencentes à estrutura de investigação criminal da PSP, os quais estão integrados no policiamento que foi desencadeado por ocasião das manifestações sociais de 24NOV11.A sua missão neste tipo de contexto será o de garantir que o exercício do direito de manifestação por parte dos cidadãos faz-se de forma livre, sem quaisquer perturbações de elementos estranhos às organizações que as promovem, impedindo o cometimento de ilícitos criminais, preservando a segurança de todos os intervenientes. A fotografia surge no contexto da necessidade de reposição da ordem pública por parte do Corpo de Intervenção da PSP, no qual os próprios elementos policiais acabam por ser alvos da intervenção dos seus colegas, situação esta que é frequente (ex: policiamentos de futebol).”

Direcção Nacional da PSP ao JN

Polícias muito mentirosas

O Ministério Público esclareceu esta segunda-feira que o cidadão alemão detido na [Read more…]

Estado de sítio? ou estado de novo policial?

319118

A PSP deteve cerca de 20 manifestantes contra a Nato. Detenção de legalidade muito duvidosa, já que a liberdade de manifestação é um direito quem em Portugal não carece de autorização para ser exercido, nem poderia ser de outra forma.

Como não bastasse neste momento é recusado o contacto dos seus advogados com os detidos.

Eis a prova que faltava a quem tivesse dúvidas: a cimeira da Nato tem servido à PSP de treino e desculpa para aquisição de material para repressão política. Hoje são manifestantes anti-Nato, amanhã serão os que protestarem contra a fome.