Populações que procuravam defender recursos naturais locais foram agredidas por polícia de choque que protege interesses privados na região grega da Macedónia. A história começa em 1995. Mais aqui.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Populações que procuravam defender recursos naturais locais foram agredidas por polícia de choque que protege interesses privados na região grega da Macedónia. A história começa em 1995. Mais aqui.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Se é privado não é de quem faz barulho. Ou será que só não conhecem a propriedade alheia quando não lhes toca no bolso?
Se realmente quiserem fazer alguma coisa então façam como a Quercus. Façam uma colecta entre os associados e simplesmente comprem as propriedades em risco. Tudo o resto é fantochada cínica de quem quer mandar naquilo que é de outros.
Por que é que não foi ler a história antes de vir aqui comentar? Está lá tudo explicado, é só seguir os links que deixei. Se o tivesse feito teria compreendido o que está por detrás dessa privatização abusiva dos *recursos naturais públicos*, na linha do saque que está a ser levado a cabo nos países mais frágeis da UE. Mas talvez ache normal que uma empresa de capitais estrangeiros (uma ramificação do Goldman Sachs) tenha comprado por um valor absurdo de baixo (e sem concurso público) aos então representantes do Estado grego um vasto terreno (onde há minas de ouro, prata, cobre e zinco), enviando 500 trabalhadores para o desemprego sem compensações. Note também que um tribunal deu razão às justas reivindicações populações. A história começa nos anos 90, ora siga lá os links que deixei e depois volte.
Tem toda a razão, Sarah! Há sempre pretensiosos a debitar disparates sobre assuntos que não domina, só para dar nas vistas, sem sequer se aperceber que, nessa sua cruzada ideológica em que a racionalidade está ausente, o que sobressai é a ignorância.
Toca a abrir a pestana -> existe por aí muito político cujo ‘trabalhinho’ é abrir oportunidades para a superclasse:
– privatização de bens estratégicos: combustíveis, electricidade… água…
– caos financeiro…
– implosão de identidades autóctones…
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Nota:
1- a superclasse não só pretende conduzir os países à implosão da sua Identidade (dividir/dissolver identidades para reinar)… como também… pretende conduzir os países à implosão económica/financeira…
2- a superclasse é anti-povos que pretendem sobreviver pacatamente no planeta…
3- a superclasse apoia aqueles… que estão numa corrida demográfica pelo controlo de novos territórios.
4- o caos proporciona uma OPORTUNIDADE à superclasse: um Neofeudalismo – uma Nova Ordem a seguir ao caos…
[‘Detroitização’ de vastas áreas do planeta… pode-se ver, por exemplo, «aqui» o “paraíso” que é Detroit]
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