Os enfermeiros estão em pé de guerra. Os Sindicatos da Função Pública afiam as facas, na ponte 25 de Abril (de onde se atirou o Cavaco…) há protestos contra o aumento das portagens…
Não é possível enganar toda a gente durante o tempo todo, as contas públicas estão aí e estão uma desgraça maior do que a se previa, a despesa aumenta e muito, há que ir buscar dinheiro aos mesmos de sempre, a quem trabalha!
São as portagens, as SCUTs, os combustíveis (o petróleo está ao nível de 2007 mas o preço no consumidor, não baixa…), 60% das margens são receita do Estado, os telefones mais caros que noutro qualquer país da Europa, os serviços bancários…tudo formas encapotadas de “sacar” dinheiro.
Congelar salários e pensões ao mesmo tempo que vamos pagando tudo mais caro!
E diz o Teixeira dos Santos que não há aumento de impostos. Pois não, chamam-lhe outra coisa, como sempre fizeram na sua relação com os contribuintes…
Nós, aqui no Aventar, já tínhamos dito que o acordo na Educação era o abrir “a caixa da Pandora”, e também há muito que vínhamos avisando que as contas públicas estavam num estado deplorável, muito pior do que o governo admitia.
Acabou a festa para Sócrates…






o descontentamento leva as pessoas à rua… é aquilo a que se chama passar à acção
Sistema capitalista, Luis!
Andam só atrás de quem tem que pôr comer na mesa e nem dão tempo, para as pessoas se poderem preparar as novas leis, que saem a toda a hora. Na minha zona, mais precisamente no Fogueteiro-Amora, os ciganos ocuparam literalmente um espaço para estacionamento, com carros á venda, virados para a estrada nacional para Cacilhas.Tem telefones e tudo nos carros. Já não temos onde estacionar. Ainda não vi lá a policia . Estão cegos? aquilo não é proibido por lei? Este País está perigoso……., mas só para alguns
Maria, por este andar isso vai deixar de ser problema… já nem haverá dinheiro para gasolina nem para carros.
Conheci bem o Seixal, Fogueteiro, Amora, Paio Pires, Corroios, …. Na CMS havia gente [Babo, Conde, Luís (que infelizmente já partiram), Dulce, Anabela, Filomena, João, Fernanda, Francisco…] que não mudando o mundo ia melhorando o que se passava à sua volta. Foram “anos loucos” de partilha de conhecimentos, de muito trabalho mas também de muita rua