Nestas coisas de memória é necessário todo o cuidado. É como as lombas na estrada que nos magoam o lombo:
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Mas quando penso em todos os meus ex-colegas que não contribuíram para a nossa subida no ranking ou que ficaram pelo caminho, não me ocorre atribuir responsabilidades à escola pública. Nem a eles. A vida é complicada.
Lomba DN 1-11-2007
Só à custa de um acaso é que uma pessoa acaba por se libertar do meio onde nasceu.
Tudo isto sugere que a cultura da imobilidade existente na sociedade portuguesa tem de ser combatida primeiramente através de uma ruptura na educação. Nada que não soubéssemos já, nem que não nos tivesse sido dito centenas de vezes. O que não nos disseram ainda é que temos ser capazes de quebrar alguns mitos que têm alimentado o nosso sistema de ensino. O projecto da mobilidade social requer uma educação mais diferenciadora, responsabilizadora e aberta.






Um acaso como chamar-se Barroso Soares, aos 32 anos é administrador da PT…
Caro FMS, eu não gosto muito da estratégia de ir buscar escritos passados na argumentação (todos já dissemos coisas com as quais não nos revemos à data de hoje – e neste caso acho que o Pedro Lomba não foi feliz), mas não vejo uma contradição muito grande entre os dois escritos citados. O primeiro texto é um “apesar de tudo”.