Aguiar em branco – assinaturas falsas?

A Direcção do PSD, na campanha de deitar abaixo de uma vez por todas o partido, lança esta suspeita para os jornais. Só 400 das 1200 assinaturas necessárias, estão correctas!

Comments

  1. maria monteiro says:

    nada que um Branquinho a-guiar até á Capital para repor preto no branco…

    pena é que não venham outros a guiar até à Capital para repor ordem nisto

    • Luís Moreira says:

      Maria, temos que ir para a rua pr’as manifes. Andamos a pé, gritamos, (não é preciso ser muito…) bebemos ums “minis”.Vamos voltar aos anos inigualáveis da revolução dos cravos…

  2. Pedro Rocha says:

    Já tivemos um xico-esperto que foi fazer a rodagem. Chega!

  3. maria monteiro says:

    com todo o prazer, Luís

  4. maria monteiro says:

    Chega, Pedro Rocha? ainda agora a “procissão nem saiu da igreja”

  5. Pedro Rocha says:

    Já sabemos peso desse andor. Não precisa de sair.

  6. maria monteiro says:

    será? olhe que não, olhe que não…

  7. ricardo says:

    epa, esta guerra não é nossa…

  8. José das Fontes says:

    Era uma vez um Partido que tinha dois Presidentes de Câmara que se odiavam e se olhavam diariamente com rancor das duas margens do rio que os separava. Tinham sido eleitos no mesmo dia e estavam, por força legal, no seu último mandato. Um deles aspirava que lhe sucedesse um associado de negócios e amigo de longa data, entretanto envolvido numa campanha para a liderança do partido que teoricamente os devia unir, enquanto o outro, frustrada a aventura da chefia desse mesmo partido, sonhava com o dia em que, finalmente, chegaria à Presidência da almejada capital regional.
    Como em todas as histórias, há sempre um idiota útil, que se julga superior mas vai sendo corroído pela ingenuidade. Como diz a tradição popular, “com papas e bolos, se enganam os tolos”. E eis que nessa campanha nacional as coisas se complicam. As chances do amigo são inexistentes, mas faz muito jeito a terceiros. É preciso mantê-lo teoricamente na corrida para desgastar e prejudicar o candidato odiado por todo este grupo. Daí há que oferecer algo. Que pareça legítimo, plausível. Então lembram-se que o tal amigo gostaria que ele fosse o seu sucessor, e este é um prémio bem apetecível. Mas é óbvio que este sabe do sonho antigo do adversário de sempre. Para parecer sério, diz-se que o putativo candidato à liderança do partido deles que todos apoiam terá prometido a este último a Presidência do Parlamento lá do País deles.
    É claro que são tudo figuras fictícias. E ao ler isto não percebeu nada! Mas os actores desta história perceberam tudo. Há outros que não comem bolos. E riem-se de tudo isto…

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