A Direcção do PSD, na campanha de deitar abaixo de uma vez por todas o partido, lança esta suspeita para os jornais. Só 400 das 1200 assinaturas necessárias, estão correctas!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A Direcção do PSD, na campanha de deitar abaixo de uma vez por todas o partido, lança esta suspeita para os jornais. Só 400 das 1200 assinaturas necessárias, estão correctas!
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
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nada que um Branquinho a-guiar até á Capital para repor preto no branco…
pena é que não venham outros a guiar até à Capital para repor ordem nisto
Maria, temos que ir para a rua pr’as manifes. Andamos a pé, gritamos, (não é preciso ser muito…) bebemos ums “minis”.Vamos voltar aos anos inigualáveis da revolução dos cravos…
Já tivemos um xico-esperto que foi fazer a rodagem. Chega!
com todo o prazer, Luís
Chega, Pedro Rocha? ainda agora a “procissão nem saiu da igreja”
Já sabemos peso desse andor. Não precisa de sair.
será? olhe que não, olhe que não…
epa, esta guerra não é nossa…
Era uma vez um Partido que tinha dois Presidentes de Câmara que se odiavam e se olhavam diariamente com rancor das duas margens do rio que os separava. Tinham sido eleitos no mesmo dia e estavam, por força legal, no seu último mandato. Um deles aspirava que lhe sucedesse um associado de negócios e amigo de longa data, entretanto envolvido numa campanha para a liderança do partido que teoricamente os devia unir, enquanto o outro, frustrada a aventura da chefia desse mesmo partido, sonhava com o dia em que, finalmente, chegaria à Presidência da almejada capital regional.
Como em todas as histórias, há sempre um idiota útil, que se julga superior mas vai sendo corroído pela ingenuidade. Como diz a tradição popular, “com papas e bolos, se enganam os tolos”. E eis que nessa campanha nacional as coisas se complicam. As chances do amigo são inexistentes, mas faz muito jeito a terceiros. É preciso mantê-lo teoricamente na corrida para desgastar e prejudicar o candidato odiado por todo este grupo. Daí há que oferecer algo. Que pareça legítimo, plausível. Então lembram-se que o tal amigo gostaria que ele fosse o seu sucessor, e este é um prémio bem apetecível. Mas é óbvio que este sabe do sonho antigo do adversário de sempre. Para parecer sério, diz-se que o putativo candidato à liderança do partido deles que todos apoiam terá prometido a este último a Presidência do Parlamento lá do País deles.
É claro que são tudo figuras fictícias. E ao ler isto não percebeu nada! Mas os actores desta história perceberam tudo. Há outros que não comem bolos. E riem-se de tudo isto…