A caminho de Dublin (faltam 10 dias)

Estátua de Molly Malone junto à Grafton Street


Um dos maiores símbolos de Dublin é Molly Malone, com diversas estátuas e painéis evocativos por toda a cidade.
Molly Malone foi uma peixeira do século XVII, com banca instalada no centro de Dublin. Era conhecida de toda a população pela sua jovialidade e pela alegria contagiante que demonstrava. Morreu muito jovem, com uma febre alta que não se conseguiu debelar, em 13 de Junho de 1699.
Apesar de a sua existência ser mais lendária do que verídica, a Câmara de Dublin não hesitou, durante as comemorações do primeiro Milénio da cidade, em 1988, em oficializar 13 de Junho como o «Molly Malone Day».
Quanto à canção,foi registada pela primeira vez em 1883 em Cambridge. Alguns autores associam a sua origem a uma antiga canção folclórica, outros autores fazem recuar as suas origens até 1790, ano em que aparece uma música com o verso «sweet Molly Malone». Das versões mais recentes, destaque para as que foram assinadas pelos míticos Dubliners e por Sinead O’Connor.

Letra completa:
In Dublin’s fair city,
Where the girls are so pretty,
I first set my eyes on sweet Molly Malone,
As she wheeled her wheel-barrow,
Through streets broad and narrow,
Crying, “Cockles and mussels, alive, alive, oh!”
“Alive, alive, oh,
Alive, alive, oh”,
Crying “Cockles and mussels, alive, alive, oh”.
She was a fishmonger,
But sure ‘twas no wonder,
For so were her father and mother before,
And they each wheeled their barrow,
Through streets broad and narrow,
Crying, “Cockles and mussels, alive, alive, oh!”
(chorus)
She died of a fever,
And no one could save her,
And that was the end of sweet Molly Malone.
Now her ghost wheels her barrow,
Through streets broad and narrow,
Crying, “Cockles and mussels, alive, alive, oh!”
(chorus)[6]

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