RTP – BOM DIA PORTUGAL – 2011.12.27
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
RTP – BOM DIA PORTUGAL – 2011.12.27

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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Isto é genial… Tenho a certeza absoluta que o pessoal que teve acidentes este ano foi só para fazer pirraça com a polícia.
“Ó Miquelina, segura aí no bebé que eu vou-me espetar naquele eucalipto só para arruinar a operação Natal aos gajos”
eu acho que isto demonstra à saciedade os energúmenos que temos nas nossas forças policiais!!!
CARO SÉRGIO,
ISTO É GENIAL… TENHO A CERTEZA QUE O PESSOAL ALCOOLIZADO E/OU COM EXCESSO DE VELOCIDADE QUE TEVE ACIDENTES ESTE ANO FOI SÓ POR VONTADE DE VIVER.
CARO ANÓNIMO,
EU ACHO QUE ISTO REPRESENTA À SACIEDADE OS ENERGÚMENOS QUE TEMOS NAS NOSSAS ESTRADAS E LEMOS NAS CAIXAS DOS COMENTÁRIOS.
NÃO SE ESQUEÇAM DE NÃO TEREM VONTADE DE MORRER.
E os que foram albarroados? E os que iam no lugar de passageiro?
danos colaterais
caro j.m.
presumo que a sua ironia de papagaio se prenda com a questão, extremamente relevante para a segurança rodoviária, do porquê de não existir uma lei que obrigue os fabricantes de automóveis a limitar a velocidade dos seus veículos. isto por um lado.
porque relativamente aos alcoolizados, por outro lado, imagino que a sua ironia se prenda com o facto de um parente seu ter morrido na estrada por ter pegado no carro na noite de natal para se dirigir a casa com mais do que 0,2% de alcool no sangue (desculpem qq imprecisão científica).
Tem toda a razão, caro JM. Nem vou argumentar com uma pessoa que por ser um super homem do volante e por cumprir escrupulosamente o código da estrada está imune a acidentes e, automaticamente, a discursos moralistas de polícias idiotas. Se eu for abalroado por um camião TIR a culpa é minha porque não colaborei (é óbvio que isto jamais acontecerá ao JM que, com a sua condução extraordinária e sobre-humana consegue antecipar todas estas situações).
Aquele senhor, com os ombros já pesados com tanta fita dourada, deve-se ter esquecido de diferenciar aqueles que, de facto, não quiseram manter-se vivos, daqueles que morreram por causa daqueles que se estão a borrifar na sua vida e nas alheias e ainda outros que por desleixo ou omissão se esqueceram de sinalizar, manter, prever, construir vias o mais seguras possíveis, lapso indesculpável em quem tem obrigação de saber diferenciar entre um desastre e um acidente.
aaahhhh!!! eu bem me parecia que havia uma razão para os erros de construção, manutenção deficiente e erros de sinalização nunca aparecerem como responsáveis pelos acidentes! afinal, temos as melhores estradas do mundo, en125 e ip4 – as mais famosas, os condutores é que não colaboram!!!
E para terminar os portuguses continuam a ser os mais “desastrados” da europa e continuam de carta na mão – e há quem nem a tenha
De acordo com o código da estrada,
O trânsito de veículos nas vias públicas, deve fazer-se com velocidade adequadamente moderada nos seguintes locais:
Na aproximação de passagens assinaladas para a travessia de peões.
Junto de escolas, creches, hospitais e estabelecimentos similares, quando devidamente sinalizados.
Nas localidades ou vias ladeadas por edifícios.
Na aproximação de aglomerações de pessoas ou animais.
Nas descidas de forte inclinação.
Nas curvas, cruzamentos, entroncamentos e lombas de estrada de visibilidade reduzida.
Onde o pavimento esteja em mau estado de conservação, molhado, enlameado ou que ofereça precárias condições de aderência ou de visibilidade.
Na presença de um sinal de perigo.
Nas pontes, túneis e passagens de nível.
Sublinho:
Nas descidas de forte inclinação.
Nas curvas, cruzamentos, entroncamentos e lombas de estrada de visibilidade reduzida.
Onde o pavimento esteja em mau estado de conservação, molhado, enlameado ou que ofereça precárias condições de aderência ou de visibilidade.
Quantas pessoas conheceremos que cumpram estas regras?
Para que serão precisos limitadores de velocidade nos automóveis se estas regras forem cumpridas?
– Por favor não ler este meu comentário como um branqueamento das condições das estradas Portuguesas, antes como a constatação do quão mal se conduz em Portugal (eu sei que é preciso explicar tudo muito direitinho!). Obrigado
leio esse comentário como a constatação do quão mal o j.m. conduz em portugal… porque não devemos falar dos outros sem a nós nos referirmos.
por exemplo, também creio que vem no código de estrada que a velocidade máxima nas autoestradas é de 120 km/hora: o j.m. quer-nos convencer que nunca conduziu numa autoestrada a uma velocidade superior?
ou quando o fez achava que se porventura morresse devido a um acidente era muito bem feito porque estava a pedi-las?
há gente que não se manca…
Seria interessante saber a percentagem de acidentes nas ex-scuts e nas respectivas vias “alternativas”…
a solução está debaixo do nosso nariz…
Bem o vídeo tem 19 segundos não sei o que é que o homem depois disse a seguir e como tal as palavras podem estar meias deslocadas e ele a seguir pode-se ter explicado melhor mas em princípio meteu os pés pelas mãos, nada que não estejamos habituados a comentários vindo dos senhores da polícia.
Malandros desses condutores que morrem só para nos estragar as estatísticas!
Falta a identidade do estúpido que afirma tais disparates.
O sr. guarda tem alguma razão mas dizê-lo daquela forma, é como quem conduz a 120 numa pista de gelo…
ele só falou dos mortos nesta operaçao natal presumo e saberá melhor que nós as condições em que ocorreu os acidentes. Mas ainda bem que o suicidio por cá não é desculpa para as companhias de seguros nao pagarem senão…
Lamentável! Também pudera. Eles estão de consciencia tranquila pois na maioria estavam escondidos em carros comuns com radares em punho…