O JJC faz anos

Ele convidou-me a entrar nesta casa (por isso lhe chamo «padrinho»!). Eu aceitei, porque gosto muito de escrever. Ele fez-me um elogio, e um elogio do JJC é valioso!

Para todos nós, o Aventar é um vício. Mas será um vício maior para o nosso amigo João José Cardoso! O Aventar é uma fatia enorme da sua vida, do seu dia-a-dia. Luta pelo Aventar e suas audiências! Sabe tudo sobre o Aventar. Dá tudo pelo Aventar.

De manhã quando saimos, cada um para o seu lado, alguém fica a tomar conta desta casa. Quase sempre é o JJC! Esta casa nunca fica vazia, tem sempre algo fresco para oferecer aos seus leitores! O movimento que nela se sente e vive deve-se muito a ele. (Céu Mota)


O JJC só visto. Só defeitos. Reparem: é de Coimbra, sim ali mesmo! Nem carne, nem peixe, ali onde a coisa tende para o sul, mas que visto lá de baixo parece norte.

Depois, coitado, é Professor. Pois…

Imaginem só que se deu ao trabalho de andar na Universidade, sem equivalências e mais que um ano – se calhar foi por isso que nunca chegou a ministro. Se um dia houver o Ministério da Blogosfera, meu caro, serás o Ministro!

E como uma desgraça nunca vem só ainda tem esse problema crónico de ter a mania que o FCP é o maior!

Com todas estas marcas, só poderia dar um tipo impossível! Não há outra hipótese!

Mas é por isso que todos gostamos tanto de ti, por seres impossível!  (João Paulo)


Se há um extraordinário grilo omnisciente e omniconselheiro, no Aventar, é o JJC, espécie de transconsciência nossa e cimento unificador desta aventura cívica, embora aqui ninguém pinoquialize a causa bem plural-transversal de tornar Portugal qualquer coisa de asseado. És Azul e Branco como eu, homem, pá, e um dia serás monárquico, pois faz todo o sentido. Enfim, o dia é de festinhas e estás de parabéns! De todo o coração! (Joaquim Carlos – Palavrossavrvs)


Naquele filme que promete contar-nos tudo sobre a Eva – lembram-se, de certeza – a dada altura a Bette, com a estola de diva à volta do pescoço, resmunga “I detest cheap sentiment”. O JJC não é peste como a Bette, mas eu acho que ele podia dizer a mesma coisa, sem estola de diva mas com a prisca ao canto da boca.

O tipo é assim, resmungão, exigente, sem paciência para a lamechice nem para paninhos quentes, às vezes nem para a diplomacia, e imagino que a maioria dos que lidam com ele começa por ficar desconcertada, pelo meio irrita-se, de repente solta uma gargalhada, e depois descobre que é impossível não gostar dele, com os tiques de sabichão e a franqueza desarmante e aquela forma de ser solidário sem paternalismo e afectuoso sem melaço. Que cumpras muitos, rabugento. (Carla R)


O JJC é a pessoa com quem mais concordo na discórdia. Mas olha, se me permites o abuso, os amigos não são aqueles que concordam com tudo o que dizemos. Bom gosto na comida, na bebida e noutras artes, quase vizinhos em duas terras e foi preciso o Aventar para nos encontrarmos. Que faças muitos, pá! (Jorge)


O JJC é implacável a afastar trolls! – Sim, esta é uma marca distintiva pela qual, só por si, já merece os parabéns. Eu penso nele como o motor que faz o Aventar andar, é ele que tem o sentido da oportunidade e descobre as causas que acabam por nos unir, mesmo num blog plural como é o Aventar. Tem um feitio de merda, mas ninguém é perfeito. Parabéns JJC, fazes do Aventar uma coisa melhor e, se calhar, maior, continua assim! (HG)


Não conheço ninguém de quem me apeteça tanto discordar. Não conheço ninguém que tenha tanto em comum comigo e de quem discorde tantas vezes. O simples facto de desconfiar que este post colectivo te possa irritar já é razão suficiente para participar nele. Também participo, porque sei que, a par da irritação, vais ficar enternecido. Já que fazes anos, pagas um copo na Marcius. É o mínimo. (Fernando Nabais)


Obrigado por seres meu amigo.

Enorme abraço de parabéns.

(José Magalhães)

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Adenda: Confesso, fui eu que convidei o JJC para vir escrever no Aventar. Mal sabia no que me ia meter! Pagar um copo na Marcius? Fogo, depois deste post, tem é de pagar o próximo almoço ao pessoal todo. É o mínimo. Parabéns, palhaço. (Ricardo SP)

Comments

  1. Frederico Mendes Paula says:

    parabéns ao JJC

  2. maria celeste ramos says:

    Fazer anos é bom – eu farei dentro de menos de um mês – adoro fazer anos e agradeço a minha mãe ter-me mandado vir e mal ou bem conhecer o mundo e ser o que sou tendo-a por “mãe” que me deu 14 horas por dia para eu ser – Parabéns ao JJC

  3. Margarida Alegria says:

    Muitos parabéns, JJCardoso! 🙂


  4. Caro João José, muitos parabéns! Desejo-lhe um dia fantástico! 🙂

  5. J.V. says:

    Muitos parabéns ao JJC. Se tenho uma grande dificuldade em discordar dele, também gozo o prazer de nunca o ter conhecido (é regra de ouro: nunca conhecer melhor aqueles a quem se admira). Conte muitos, longos, blogtásticos anos de vida!


  6. Uma prendinha para o João José:

    Dia de Anos

    Com que então caiu na asneira
    De fazer na TERÇA-feira
    SEI LÁ QUANTOS anos! Que tolo!
    Ainda se os desfizesse…
    Mas fazê-los não parece
    De quem tem muito miolo!

    Não sei quem foi que me disse
    Que fez a mesma tolice
    Aqui o ano passado…
    Agora o que vem, aposto,
    Como lhe tomou o gosto,
    Que faz o mesmo? Coitado!

    Não faça tal; porque os anos
    Que nos trazem? Desenganos
    Que fazem a gente velho:
    Faça outra coisa; que em suma
    Não fazer coisa nenhuma,
    Também lhe não aconselho.

    Mas anos, não caia nessa!
    Olhe que a gente começa
    Às vezes por brincadeira,
    Mas depois se se habitua,
    Já não tem vontade sua,
    E fá-los, queira ou não queira!

    João de Deus

    P.S. – Adaptado por mim (perdoem as maiscúlas mas não tinha outra forma de fazer os destaques) para melhor se adequar ao aniversariante!


  7. Caro João José,
    Um Abraço de Parabéns!!
    João José Monge de Gouveia (pelo menos no noem concordamos que é um bom nome – abraço)

  8. Armindo de Vasconcelos says:

    Um abraço de parabéns!
    E gostei de saber que para si o FCP é o maior, carago…
    Um grande dia.

  9. maria celeste ramos says:

    No dia em que festejava o dia dos meus anos, eu era feliz e ninguém estava morto
    —————– bolas – já não faço anos, duro

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